História

Em 20 de julho de 1828, Domingos Ferreira Marques e sua esposa, Dona Feliciana Francisca Dias, perante as testemunhas de João Gomes de Oliveira e Laureano Rodriguez de Queiroz, doaram 40 alqueires de terra, para a criação de um curato, denominado na época de “Curato do Espírito Santo”.

O arraiá que mais tarde seria chamado de “Espírito Santo de Mar de Espanha”, foi crescendo e se desenvolvendo ao redor da capela-mor que havia sido construída no local.

O município começou a se desenvolver com a pecuária e posteriormente com a cafeicultura, que passou a ser a principal fonte de riqueza da Região. Mas o que consolidou de fato o desenvolvimento e o progresso de toda essa região, foi a implantação dos trilhos da Estrada de Ferro União Mineira, hoje chamada de Estrada de Ferro Leopoldina no Arraial das Taboas, hoje Município de Bicas.

O nome “Guarará” vem do vocabulário de origem Tupi-Guarani e significa “Tambor usado pelos gentios”, “Manhoso” ou até mesmo “Investigador”. De acordo com a tradição havia um riacho com o nome de “Guarará” na região de Barbacena, terras de onde os primeiros desbravadores vieram. Levados pelo sentimento de emancipação que surgia na época, o local deixou de ser chamado de “Espírito Santo do Mar de Espanha” e é denominado de “Espírito Santos do Guarará”.

Formação Administrativa:

Em 05 de dezembro de 1980, através do decreto número 278, foi criada a “Vila do Guarará”, que desmembrou-se de Mar de Espanha e lhe sendo agragados cinco distritos: Guarará, Forquilha, Maripá de Minas (antigo Córrego do Meio), Bicas e Santa Helena.

O Município foi emancipado em 05 de dezembro de 1890, compondo-se do distrito da sede de Bicas e de Maripá de Minas, antigo “Córrego do Meio”.

Alteração Toponímica Distrital:

Em virtude do Decreto Estadual n° 343, de 22 de janeiro de 1891, o topônimo atual da cidade é “Guarará”.

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