Escrevo este texto de Porto Alegre, para onde retornei, no começo do ano, após mais de uma década morando fora. Eu estava aqui quando as águas avançaram sobre pontos fundamentais de minha formação: o Mercado Público, a Casa de Cultura Mario Quintana, a orla do Guaíba, os bairros Cidade Baixa e Menino Deus, o estádio Beira-Rio. E estava aqui quando, no meio do caos, apareceu no meu celular a imagem de Thiago Maia, com lama até o pescoço, carregando uma idosa nos ombros.







