
Um homem foi condenado, pelo Tribunal do Júri de Ipanema, cidade do Vale do Rio Doce localizada a cerca de 370 quilômetros de Juiz de Fora, a 33 anos e cinco meses de reclusão por homicídio qualificado. O julgamento, realizado na última terça-feira (29), durou mais de 18 horas e foi conduzido pelo Conselho de Sentença local.
De acordo com denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o crime ocorreu em dezembro de 2022. Na ocasião, a esposa da vítima teria deixado o portão da residência destrancado e desligado a central de monitoramento de segurança. O réu, com quem ela mantinha um relacionamento extraconjugal, entrou no imóvel, dirigiu-se ao quarto e desferiu diversos golpes na cabeça da vítima, que estava deitada na cama.
Inicialmente, a mulher alegou que um invasor havia entrado na casa, dopado os dois e matado seu marido. Entretanto, as investigações apontaram que ela e o acusado planejaram o crime com o objetivo de manter o relacionamento e se beneficiar de valores referentes a um seguro de vida do homem assassinado.
Jurados teriam sido coagidos
A mulher também foi denunciada pela Promotoria de Justiça de Ipanema, mas foi absolvida em julgamento realizado em abril de 2024. Posteriormente, apurou-se que jurados teriam sido coagidos por familiares da acusada na véspera da sessão. Diante disso, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais acatou recurso do MPMG, anulou a absolvição e determinou novo julgamento.
Segundo o promotor de Justiça Rodrigo Menezes Cerqueira Santos, “o resultado ameniza a dor e traz sentimento de justiça aos familiares da vítima, que compareceram em grande número ao plenário do Tribunal do Júri”.
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Texto reescrito com o auxílio do Chat GPT e revisado por nossa equipe
O post Homem é condenado a 33 anos por homicídio do marido da amante em Minas apareceu primeiro em Tribuna de Minas.


Um homem foi condenado, pelo Tribunal do Júri de Ipanema, cidade do Vale do Rio Doce localizada a cerca de 370 quilômetros de Juiz de Fora, a 33 anos e cinco meses de reclusão por homicídio qualificado. O julgamento, realizado na última terça-feira (29), durou mais de 18 horas e foi conduzido pelo Conselho de Sentença local.
De acordo com denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG), o crime ocorreu em dezembro de 2022. Na ocasião, a esposa da vítima teria deixado o portão da residência destrancado e desligado a central de monitoramento de segurança. O réu, com quem ela mantinha um relacionamento extraconjugal, entrou no imóvel, dirigiu-se ao quarto e desferiu diversos golpes na cabeça da vítima, que estava deitada na cama.
Inicialmente, a mulher alegou que um invasor havia entrado na casa, dopado os dois e matado seu marido. Entretanto, as investigações apontaram que ela e o acusado planejaram o crime com o objetivo de manter o relacionamento e se beneficiar de valores referentes a um seguro de vida do homem assassinado.
Jurados teriam sido coagidos
A mulher também foi denunciada pela Promotoria de Justiça de Ipanema, mas foi absolvida em julgamento realizado em abril de 2024. Posteriormente, apurou-se que jurados teriam sido coagidos por familiares da acusada na véspera da sessão. Diante disso, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais acatou recurso do MPMG, anulou a absolvição e determinou novo julgamento.
Segundo o promotor de Justiça Rodrigo Menezes Cerqueira Santos, “o resultado ameniza a dor e traz sentimento de justiça aos familiares da vítima, que compareceram em grande número ao plenário do Tribunal do Júri”.
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