As negociações globais que buscam acabar com a poluição plástica foram mais uma vez dissolvidas, pois parece que os países simplesmente não conseguem chegar a um acordo sobre a melhor solução para lidar com nossa dependência da produção de plástico e do petróleo necessário para sustentá-la.
Como relata a BBC, essas são as sextas negociações da ONU em três anos e terminaram em um impasse. Cerca de 100 países pediram restrições à produção de plástico, enquanto os estados petrolíferos recuaram dizendo que o foco na reciclagem seria mais benéfico.
Os delegados cubanos disseram que uma “oportunidade histórica” foi perdida, mas não há planos para impedir a busca de uma restrição à produção de plástico. Os plásticos continuam a beneficiar muitos setores, mas os cientistas estão preocupados com os produtos químicos tóxicos que eles contêm, que podem afetar o meio ambiente e nossos corpos à medida que se decompõem em pedaços menores.
“É injusto para nós enfrentar o peso de mais uma crise ambiental global para a qual contribuímos minimamente”, disse a nação do Pacífico de Palau.
A produção de plástico aumentou de dois milhões de toneladas em 1950 para 475 milhões em 2022 e espera-se que aumente ainda mais sem regulamentação. Embora os produtores de plástico acreditem que a poluição plástica pode ser evitada com procedimentos adequados de resíduos, os cientistas acreditam que serão necessárias limitações na produção, bem como uma reciclagem aprimorada para impedir a poluição.








