Valorize os afetos

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O tempo não empoeira a importância do afeto. Quanto mais nós vivemos, mais percebemos que são os vínculos afetivos que dão sentido à nossa vida: um abraço; “jogar conversa fora”; ter a saudade de quem foi na nossa frente; buscar a varanda terapêutica aos domingos; compartilhar o futebol com os amigos. E desfrutar de outras manifestações plurais de estar bem.

A pessoa idosa guarda afetos. Todos nós. Ela guarda a lembrança do quintal da casa onde brincou; o fervilhar do óleo quente na panela que frita o pedaço de frango para o filho. Ela guarda histórias que se não forem contadas, desaparecerão com os dias que passam.

Por isso, precisamos ter uma educação que valorize a importância das pessoas idosas na vida pública. Para esse domingo de eleições, o voto dos 70+, é facultativo: deixa de ser uma obrigação legal. Mas continua sendo um gesto nobre de cidadania, de pertencimento e de cuidado com o futuro.

Se eu pudesse te dar uma sugestão, eu te diria: você caro/a leitor/a, 70+, vote. Saia de casa. Vá ao encontro de nossa cidade, do nosso Estado e do nosso país. Porque vocês estão levando para as urnas suas memórias, as preocupações com as próximas gerações e também com o seu próprio futuro: mais do que em quantidade de tempo, mas, principalmente, em melhorias de qualidade de vida.

Valorizar os afetos é valorizar as pessoas. É ouvir antes de julgar. De preferência, não julgar. É respeitar antes de discordar. É reconhecer que a idade não apaga sonhos, desejos, opiniões e nem a capacidade de participar.

No dia de hoje, cada voto tem o mesmo valor. E para os 70+, exercer esse direito é uma escolha. Que essa escolha seja respeitada. E que a voz das pessoas idosas seja respeitada. E em todos os dias que não houver eleições. Não devemos deixar passar, muito menos, esquecer: uma sociedade que valoriza (o que devemos fazer) as pessoas idosas está cuidando da sua memória e do seu futuro.

Estou totalmente convencido de que uma das mais bonitas lições que o tempo pode nos ensinar é essa: no final da nossa caminhada, o que fica, o que permanece em nós, não são as coisas que conquistamos, mas os afetos nque deixamos pelo caminho.

No meio da correria que abafa a nossa vida de dentro, muitas vezes deixamos para depois aquilo que, no fundo, é o que realmente dá sentido à nossa trajetória: os afetos.

Cuidemos o quanto antes das pessoas que fazem bem ao nosso coração. Não vamos deixar para amanhã aquele abraço, aquela palavra “eu gosto de você”.

Sem dúvida: somos feitos de encontros, de memórias e de afetos. Vamos fazer da Política, esse potencial de vida.

Por isso, eu me dirijo à você, 70+. Compareça à sua seção eleitoral hoje. VOTE.

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O futuro chegou: estamos velhos

O tempo não empoeira a importância do afeto. Quanto mais nós vivemos, mais percebemos que são os vínculos afetivos que dão sentido à nossa vida: um abraço; “jogar conversa fora”; ter a saudade de quem foi na nossa frente; buscar a varanda terapêutica aos domingos; compartilhar o futebol com os amigos. E desfrutar de outras manifestações plurais de estar bem.

A pessoa idosa guarda afetos. Todos nós. Ela guarda a lembrança do quintal da casa onde brincou; o fervilhar do óleo quente na panela que frita o pedaço de frango para o filho. Ela guarda histórias que se não forem contadas, desaparecerão com os dias que passam.

Por isso, precisamos ter uma educação que valorize a importância das pessoas idosas na vida pública. Para esse domingo de eleições, o voto dos 70+, é facultativo: deixa de ser uma obrigação legal. Mas continua sendo um gesto nobre de cidadania, de pertencimento e de cuidado com o futuro.

Se eu pudesse te dar uma sugestão, eu te diria: você caro/a leitor/a, 70+, vote. Saia de casa. Vá ao encontro de nossa cidade, do nosso Estado e do nosso país. Porque vocês estão levando para as urnas suas memórias, as preocupações com as próximas gerações e também com o seu próprio futuro: mais do que em quantidade de tempo, mas, principalmente, em melhorias de qualidade de vida.

Valorizar os afetos é valorizar as pessoas. É ouvir antes de julgar. De preferência, não julgar. É respeitar antes de discordar. É reconhecer que a idade não apaga sonhos, desejos, opiniões e nem a capacidade de participar.

No dia de hoje, cada voto tem o mesmo valor. E para os 70+, exercer esse direito é uma escolha. Que essa escolha seja respeitada. E que a voz das pessoas idosas seja respeitada. E em todos os dias que não houver eleições. Não devemos deixar passar, muito menos, esquecer: uma sociedade que valoriza (o que devemos fazer) as pessoas idosas está cuidando da sua memória e do seu futuro.

Estou totalmente convencido de que uma das mais bonitas lições que o tempo pode nos ensinar é essa: no final da nossa caminhada, o que fica, o que permanece em nós, não são as coisas que conquistamos, mas os afetos nque deixamos pelo caminho.

No meio da correria que abafa a nossa vida de dentro, muitas vezes deixamos para depois aquilo que, no fundo, é o que realmente dá sentido à nossa trajetória: os afetos.

Cuidemos o quanto antes das pessoas que fazem bem ao nosso coração. Não vamos deixar para amanhã aquele abraço, aquela palavra “eu gosto de você”.

Sem dúvida: somos feitos de encontros, de memórias e de afetos. Vamos fazer da Política, esse potencial de vida.

Por isso, eu me dirijo à você, 70+. Compareça à sua seção eleitoral hoje. VOTE.

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FONTE: GOOGLE NOTÍCIAS