Concessionárias cumprem mudanças na distribuição de linhas do transporte público

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A primeira manhã em que vigora a suspensão da troca de linhas entre os consórcios Manchester e Via JF, estabelecida no último dia 5 de maio, aconteceu sem registro de problemas. Em contato com a Tribuna nesta quarta-feira (22), as empresas envolvidas no imbróglio – Ansal e Tusmil – confirmaram o cumprimento da medida, que foi estabelecida pela Secretaria de Mobilidade Urbana da Prefeitura de Juiz de Fora (SMU/PJF) após uma decisão judicial favorável à empresa que compõe o Consórcio Manchester. A concessionária, entretanto, ainda defende que a nova composição “não soluciona o problema de desequilíbrio” na distribuição dos itinerários.

A determinação da SMU atende a decisão judicial, à qual a Tribuna teve acesso, que afirma que a redistribuição de linhas, “a princípio, resultaria em violação ao instrumento contratual celebrado entre as partes”. A pasta municipal comunicou as concessionárias sobre a nova mudança na terça-feira (21), quando o Consórcio Via JF afirmou que cumprirá toda e qualquer determinação, sendo ela judicial ou administrativa.

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Em comunicado, a Tusmil disse que a decisão “resolve parcialmente o desequilíbrio das linhas entre os consórcios do sistema de Transporte Público de Juiz de Fora”. Por outro lado, a empresa alega que “tal decisão minimiza os prejuízos causados, mas não soluciona o problema de desequilíbrio no contrato nem nas linhas operadas”.

Com a medida, a partir desta quarta-feira a Tusmil volta a operar as linhas 412, 443, 444, 445, 447, 609, 610, 615, 636, 646, 700, 717 e 751. A Ansal, por sua vez, reassume as linhas 321, 335, 611, 612, 613, 614, 621, 712, 707, 709, 723, 729, 746, 749, 753, 754, 758 e 766.

A Tribuna procurou a Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) ainda na terça-feira, mas o Executivo informou que não vai se posicionar sobre o assunto. Nesta quarta, a reportagem questionou se houve registro de algum problema quanto ao cumprimento das linhas, mas o Município, novamente, não se manifestou.



FONTE: TRIBUNA DE MINAS