Pela terceira semana consecutiva, os preços da gasolina tiveram queda nos postos do país, chegando a R$ 6,07. Saiba mais.
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De acordo com pesquisa da Agência Nacional do Petróleo (ANP), pela terceira semana consecutiva, os preços da gasolina e do diesel tiveram queda nos postos.
Assim, o preço da gasolina na última semana ficou, em média, em R$ 6,07, por litro no país. O que corresponde a uma queda de 6,47% comparando aos R$ 6,49 da semana passada.
Menor valor desde agosto
Portanto, é o menor valor desde agosto de 2021, quando o valor médio do mês ficou em R$ 5,93 por litro, segundo a ANP. Já em setembro do ano passado, o valor médio foi de R$ 6,08 por litro no Brasil.
Além disso, nas duas últimas semanas, o diesel também teve queda de 0,53%, passando de R$ 7,52 para R$ 7,48.
Dessa forma, o recuo nos preços retrata a diminuição da alíquota do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) dos estados.
Redução do preço dos combustíveis
Com a redução da alíquota de ICMS, o preço do litro da gasolina apresentou uma queda de 5,46% nas bombas. Assim, nos primeiros dias de julho, o litro do combustível foi comercializado a R$ 7,15. Dessa forma, São Paulo é o estado com a gasolina mais barata do Brasil, sendo comercializada a R$ 6,36, com redução de 8,99%. Contudo, a média mais alta continua sendo a do Piauí – R$ 7,82.
Os dados foram fornecidos pelo Índice de Preços Ticket Log (IPTL), que fez a comparação média dos preços dos combustíveis entre junho e o início de julho. A Ticket Log realizou o índice de preços de combustíveis baseado em 21 mil postos credenciados.
Teto do ICMS
No dia 15 de junho, o Congresso aprovou o projeto que limita a incidência do ICMS em itens como diesel, gasolina, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo. O projeto foi sancionado por Bolsonaro no dia 23.
Esta é apenas uma das medidas criadas pelo governo federal para frear a alta da inflação em ano de eleições. Pois, isso abaixa a popularidade do governo perante seus eleitores.
Segundo o texto, os combustíveis passam a ser tidos como essenciais e indispensáveis, o que impede que os estados cobrem taxas acima da alíquota geral do ICMS, que varia entre 17% a 18%, dependendo do local.
Antes, os combustíveis e demais bens que o projeto contempla eram considerados supérfluos. Assim, a alíquota do ICMS chegava a 30% em alguns estados.
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Imagem: Maridav / Shutterstock.com







