Atlético-MG dá calote nos jogadores e passa vergonha

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A torcida do Atlético-MG está furiosa com o clube. Bastou um ano fora da curva, com títulos expressivos, para que o atleticano se esquecesse como era a vida do Galo. Bom, fato é que o supertime montado pelo alvinegro está, literalmente, custando caro para a diretoria. 

Parte dos torcedores, aliás, estão pedindo a cabeça de Cuca, que voltou ao Atlético com enorme prestígio, mas não tem conseguido bons resultados nesta temporada. Para piorar, o Galo foi punido com “transfer ban” (proibição de inscrição de jogadores).

A medida foi adotada pela Fifa por conta de uma dívida do Atlético com o River Plate, da Argentina. O débito cobrado ultrapassa a casa dos R$8,5 milhões e se refere à contratação do meia Nacho Fernández, no ano passado. O jogador custou 6 milhões de dólares.

O jornalista Henrique Muzzi, que cobre o Atlético-MG, revelou ainda uma outra situação de dívidas do Galo. O clube estaria devendo, de acordo com o profissional, uma parcela das bonificações em relação aos títulos da temporada passada. 

“O Atlético realmente está ainda, em parte, devendo uma pequena parcela de bonificações em relação à temporada passada, mas nada de uma forma considerada abrupta em que os jogadores não jogassem futebol”, disse Henrique. 

Ainda conforme o jornalista, o clube alegou que estava quitando o débito. “O Atlético vem dizimando essa dívida através dos meses no próprio salário dos jogadores. Então não há nada de bonificação que possa onerar o futebol do Atlético”, concluiu. 

A temporada do Atlético-MG

De fato, ao comparar a temporada do Atlético com o ano passado, o torcedor do Galo terá inúmeros motivos para se lamentar. Afinal, em 2021, o alvinegro conquistou o Campeonato Brasileiro, a Copa do Brasil e o Mineiro. Neste ano, luta por uma vaga na Libertadores. 

Para se ter uma ideia, no ano passado, o Galo só não marcou gol em três jogos no torneio nacional. Na atual temporada, após a derrota para o Flamengo, no Mineirão, na última rodada, o Atlético chegou ao nono jogo sem balançar as redes do adversário.

FONTE: TRIBUNA DE MINAS