A competição mais importante do futsal brasileiro terá um número recorde de participantes nesta temporada. Com o ingresso de dois clubes, a Liga Nacional chega aos 24 times brigando pela taça. A edição deste ano supera a quantidade de equipes de 2011 e 2021, quando a competição teve 23 representantes e se torna a maior LNF de todos os tempos.
As novidades desta temporada serão a estreia do São Lourenço, do oeste catarinense, e o retorno do Brasília. Além destas chegadas, o projeto Marechal Rondon troca de cidade e passa a ser reconhecido como Esporte Futuro. As novas camisas na Liga Nacional mudam também a configuração geográfica da competição.
A manutenção do número de clubes em sua região, faz do Paraná o estado com mais clubes na Liga Nacional, com sete equipes. O mais novo paranaense na disputa, Esporte Futuro, se junta a Campo Mourão, Cascavel, Foz Cataratas, Marreco, Pato e Umuarama.
Com a chegada do São Lourenço, Santa Catarina se torna o segundo estado com mais representantes no campeonato, com seis times. Além do clube novato, Blumenau, Jaraguá, Joaçaba, Joinville e Tubarão completam o grupo dos catarinenses na LNF.
A mudança fez os paulistas caírem uma posição no ranking, permanecendo com cinco representantes, mas agora ficando atrás do estado da região sul. Atual detentor do título da Liga, o estado segue sendo a sede do Magnus, Santo André Intelli, São José, Taubaté e o campeão Corinthians.
O Rio Grande do Sul, estado com mais títulos, nove taças no total, se mantém com três equipes: ACBF, Assoeva e o vice-campeão da última temporada, Atlântico. Outra região que permanece com o mesmo número de participantes é Minas Gerais, casa do Praia Clube e do Minas Futsal.
Outra novidade que a próxima temporada da Liga Nacional trará será o retorno de mais um estado na disputa. Após um ano fora, o Distrito Federal volta a ter um representante com o Brasília confirmado para 2023. Sendo assim, o campeonato mais disputado do Brasil terá clubes de seis estados diferentes, de três regiões do país.







