VAE anula gol legal do Vasco e muda todo o jogo. Clube carioca protesta contra a CBF. O Palmeiras? Vence e silencia… – Prisma

0
24


São Paulo, Brasil


15 minutos do primeiro tempo.


Lucas Piton cruza, Weverton erra o tempo da bola, impedido,Vegetti cabeceia.


A bola encobre o goleiro palmeirense.


Murilo salva em cima da risca.


A bola sobra para Richard Ríos, que a afasta para a entrada da área.


Paulinho a domina e acerta um chute maravilhoso: forte, violento, que estufa as redes do Palmeiras.


Gol absolutamente normal.


Mas que o VAR anula. 


A alegação foi que Vegetti estava impedido.


Só que não foi marcado este impedimento pela arbitragem de campo.


A partir do momento que Richard Ríos tem a bola na sua direção, com o volante podendo dominá-la, tocá-la ou tentar dar um chutão, como ele fez, começa nova jogada.


A partida estava empatada em 0 a 0.


Os jogadores de Abel Ferreira não fizeram um grande jogo.


Estavam cansados da desgastante volta da Colômbia, depois da vitória diante do Deportivo Pereira, pela Libertadores. O desgaste foi por conta de um defeito técnico no avião que a presidente Leila Pereira comprou para transportar a equipe.


Em vez de um dia a mais para descansar, o time teve um dia a menos.


Para piorar as coisas para o Palmeiras, Dudu torceu o joelho direito e foi substituído aos 42 minutos do primeiro tempo.


No segundo tempo, o time paulista melhora um pouco. 


E, aos 19 minutos, Raphael Veiga cobra falta com talento.


Enganando Léo Jardim, cobrando no canto que o goleiro estava.


Vencendo por 1 a 0, a equipe de Abel administrou o resultado, com calma.


Diminuiu o ritmo do jogo e venceu a partida.


Não há a menor dúvida que o gol legal do Vasco, anulado pelo VAR, teria poder para mudar toda a perspectiva do jogo.


Um erro inadmissível, que atrapalhou ainda mais a tentativa que o clube carioca está fazendo para tentar se salvar da zona do rebaixamento.


Ao Palmeiras, segundo do Brasileiro, ajudou a manter a diferença de 11 pontos do líder Botafogo.


O responsável foi Igor Junio Benevenuto de Oliveira, que comandava o VAR, e traiu a arbitragem de Wilton Pereira de Carvalho.


O Vasco da Gama resolveu fazer a única coisa que poderia: protestar.


“O Vasco da Gama contesta a interferência do VAR e a anulação do gol legítimo do Paulinho, na partida deste domingo, diante do Palmeiras. O equívoco da arbitragem influenciou diretamente no andamento do jogo e, consequentemente, em seu resultado”, publicou o Vasco por meio de suas redes.


“Novamente, já que não é a primeira vez que isso acontece no Campeonato Brasileiro, o clube irá apresentar uma formal reclamação à Confederação Brasileira de Futebol.”


Do lado do Palmeiras, nenhuma palavra sobre o gol anulado.


Ninguém falou sobre ‘jogo condicionado’.


Ou articulações para o campeão brasileiro do ano passado não possa ganhar este ano.


A ajuda real que o Palmeiras teve ontem não foi citada.


Vida que segue…

FONTE: R7