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Trabalhadores dos Correios de Juiz de Fora e região aderem à greve nacional

Segundo sindicato da categoria, 70% dos profissionais estão com as atividades suspensas na cidade. Funcionários de Ubá, Muriaé, São João del Rei, Leopoldina e Cataguases também aderiram à paralisação contra possível privatização da estatal e pedem melhores condições de trabalho durante a pandemia de Covid-19.

Por G1 Zona da Mata

Os trabalhadores dos Correios em Juiz de Fora, Ubá, Muriaé, Barbacena, São João del Rei, Leopoldina, Cataguases e de outras 120 cidades da Zona da Mata e Vertentes aderiram à greve nacional que começou na noite de segunda-feira (17). Segundo a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (Fentect), não há prazo para o fim da paralisação na estatal.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores nos Correios em Juiz de Fora (Sintect/JFA) cerca de 70% dos trabalhadores das regiões paralisaram as atividades. Conforme o presidente do sindicato, João Ricardo, até a tarde desta terça-feira (18), pelo menos 350 trabalhadores em 127 municípios das regiões aderiram ao movimento.

Conforme a categoria, os grevistas são contra a possível privatização da estatal e alegam que há “negligência com a saúde dos trabalhadores” na pandemia de Covid-19 e pedem que direitos trabalhistas sejam garantidos, como a manutenção dos benefícios do acordo coletivo. Segundo entidade sindical, 70 cláusulas com direitos foram retiradas.

O balanço feito pelo sindicato local sobre quantas agências foram afetadas pela greve ainda não foi divulgado. Anteriormente, algumas unidades já estavam com os serviços afetadas por conta da pandemia do novo coronavírus.

Segundo o diretor de finanças do Sindicato dos Trabalhadores do Correios/ Regional Juiz de Fora, Alan Marques, uma ação de protesto ocorreu na manhã desta terça-feira (18) na porta da agência que funciona na Rua Rui Barbosa, no Bairro Santa Terezinha em Juiz de Fora. Durante a manifestação, os trabalhadores reivindicaram mais respeito à saúde da categoria.

De acordo com texto publicado no site da federação, “foram retiradas 70 cláusulas com direitos como 30% do adicional de risco, vale alimentação, licença maternidade de 180 dias, auxílio creche, indenização de morte, auxílio creche, indenização de morte, auxílio para filhos com necessidades especiais, pagamento de adicional noturno e horas extras.”

Funcionários dos Correios entram em greve em Juiz de Fora

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