Brasil e Mundo

Mesmo fora de linha, Celta ainda é sucesso das revendas de seminovos

Por: Caroline Jeffer

O Chevrolet Celta  foi um compacto de baixo custo produzido pela Chevrolet para o mercado latino-americano de 2000 até 2015. Uma versão sedan foi comercializada com o nome de Chevrolet Prisma. Cerca de 600 mil Celtas já foram construídos pela montadora em sua fábrica na cidade de Gravataí, no Rio Grande do Sul, perfazendo mais de cem mil unidades por ano

Conheça algumas características deste modelo histórico da Chevrolet e confira os motivos que o tornaram o Celta preto, branco ou vermelho um ícone do mercado automobilístico nacional e motivo ainda de muita procura em revendas de norte a sul do país! Afinal de contas, quem nunca sonhou em ter um Celtinha na garagem, não é mesmo?

Abaixo, acompanhe algumas das principais características deste carro que fez história e ainda hoje, por seu baixo custo, é buscando em revendas de todo o país por motoristas saudosos ou que desejam economizar na compra de um primeiro carro! 

Histórico e marcos do modelo Celta

Foi lançado em 2000 no Brasil como um hatchback de três portas com motor a gasolina de 60 PS (44 kW) 1,0 L (61 cu in) , baseado no Corsa B e com características de design semelhantes às do Vectra. Em 2002, uma versão de cinco portas foi disponibilizada, e a potência do motor foi aumentada para 70 cavalos métricos (51 kW) a 6.400 rpm, a mesma tecnologia VHC (Very High Compression) usada no Corsa.

Um kit de acessórios “Off-Road” estava à venda para os antigos e novos Celtas em 2005, e o 1.0 L foi convertido em um motor flexível a gasolina-etanol (versões a gasolina ainda estão disponíveis, principalmente fora do Brasil). Em 2006, o Celta passou por um facelift, que proporcionou um visual mais moderno e uma valorização da qualidade de construção. O novo painel frontal torna-o mais próximo dos novos modelos Chevrolet, especialmente do novo Vectra brasileiro. Uma versão sedan, denominada Chevrolet Prisma foi lançada no início de 2007.

 Não se pretendia substituir o Classic (uma versão sedan de baixo custo do Corsa) nem o Corsa Sedan, mas sim preencher uma lacuna de mercado entre eles. A única opção de motor disponível é um motor a gasolina/etanol de 1,4 L Econo Flex. Sua alta taxa de compressão dá como resultado uma potência máxima de 97 CV quando rodando com etanol e 95 CV quando rodando com gasolina. O início de 2009 marcou o lançamento do Prisma 1.0 litro e do novo motor VHC-E (77 cv ou 57 kW a gasolina e 78 cv ou 58 kW a etanol) para Prisma e Celta. No início de 2012, 1,5 milhão de Celtas haviam sido construídos em Gravataí.

Em 2012, a General Motors anunciou o novo Chevrolet Onix para suceder parte das versões do Celta, tendo sua comercialização zero quilômetro sido finalizada em 2015 e, agora, sendo um modelo de sucesso nas negociações de seminovos em todo o país, sendo um usado fácil de revenda e um modelo bastante procurado pelos brasileiros.

Design exterior memorável

A frente do Chevrolet Celta adotava a imagem global da Marca, com uma grade preta em forma de trapézio e era seccionada por uma barra na cor da lateria que a atravessa na parte central onde é colocado o “laço” dourado da marca. O pára-choque envolvente tinha um gancho de reboque e uma entrada de ar no centro. Não possuia faróis de profundidade. As luzes eram de boas dimensões, com a luz giratória e faróis embutidos, o que produzia uma iluminação muito boa.

O capô solto do Corsa possuía três nervuras em todo o comprimento; duas pronunciadas nas laterais e uma mais suave no centro. Nas laterais existiam nervuras nas portas e guarda-lamas que se deslocam ao longo do comprimento e lhe conferem uma imagem de robustez. As maçanetas e espelhos são pretos, e as portas possuem identificação do modelo (LS ou LT). Na parte traseira, os faróis são em forma de diamante, enquanto a porta traseira tem a terceira luz de stop na parte superior do vidro traseiro. No centro está o “laço” que identifica a marca e depois a patente.

Do lado direito encontra-se a fechadura para abertura do portão e na parte inferior o monograma Chevrolet – à esquerda – e o modelo e tipo de motor (Celta 1.4) do lado direito. O para-choque envolvente é pintado na cor da carroceria. A antena de satélite está localizada na parte traseira do telhado. Completando a agradável figura exterior do Celta estão as rodas de liga leve de 14 polegadas e 5 raios (opcional), que tinham pneus Good Year Eagle 175/65 R 14.

Características internas

A cabine do Celta era confortável para quatro passageiros. Um quinto ocupante no centro do banco traseiro poderia até ser colocado, mas não com muito espaço. Além disso, o encosto não possuía encosto de cabeça central. A posição de condução é conseguida sem problemas, apesar do volante não estar regulado em altura ou alcance e o assento ser apenas longitudinal (o encosto tem apoio lombar) o que, juntamente com a boa disposição dos pedais, permite uma condução descansada.

No Celta, o volante erade três raios com uma inserção de alumínio ao redor da buzina, sem airbag. O painel de instrumentos era composto por quatro relógios analógicos com fundo preto; os dois centrais – maiores – são o marcador de rotação do motor e o velocímetro – com o hodômetro total e parcial e o relógio de horas – com números bem legíveis que permitem uma leitura correta e dois menores estão localizados em cada lado que marcam a temperatura do líquido de arrefecimento do motor e o nível do tanque de combustível, iluminados com a iluminação Ice Blue.

Tudo isso é complementado por vários indicadores luminosos relacionados à pressão do óleo do motor; a carga da bateria; sinalizador e faróis, luz indicadora de falha do sistema de controle de emissão e iluminação externa. Como posição de condução, à esquerda existia um difusor de saída de ar lateral e, mais abaixo, a caixa de fusíveis com tampa de armazenamento.

No centro do painel, na parte superior, encontravam-se dois outros difusores de ar condicionado e seguidamente os comandos circulares do sistema de ar condicionado (nas versões LS + AA e LT) e aquecimento; a chave para circulação de ar interna para fluxo de ar condicionado e aquecimento e o outro o desembaciamento do vidro traseiro aquecido. Em seguida, tinha instalado o equipamento de áudio AM / FM com MP3, entrada auxiliar, USB e Bluetooth (não possuía CD), com dois alto-falantes (1 em cada porta). No lado direito do painel estava o difusor lateral restante e um porta-luvas (sem trava).

Os puxadores interiores para abrir as portas funcionam como uma fechadura (de forma independente). Também deve ser destacado que havia lugares para depositar objetos nas duas portas, mas não há bolsos nas costas dos assentos. A bandeja do guarda-sol do motorista não possuía espelho (somente porta-documentos), enquanto a do passageiro tinha.

Gostou de relembrar as características do Celta? Aproveite e compartilhe este post em suas redes sociais, com amigos e familiares, para recordar este carro que fez parte da história do automobilismo brasileiro!

Por: Caroline Jeffer

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