A temporada no futebol brasileiro é uma constante dança das cadeiras entre treinadores e comissões técnicas. Toda vez que uma equipe entra na zona de risco do rebaixamento no Brasileirão, a pressão formada por parte da imprensa e torcida empurra o fardo da demissão para diretoria que não reage e se atém ao desligamento do treinador.
Dentro do São Paulo não é diferente. Na temporada passada, após uma sequência ruim, Hernán Crespo foi desligado e para seu lugar o clube anunciou o retorno do ídolo, Rogério Ceni, que ocupa o cargo até o momento. Já na temporada de 2019, o clube contou com quatro nomes na casamata. André Jardine, Vagner Mancini, Cuca e Diniz fizeram parte do rodízio naquele ano.
Entretanto, o que marca a troca dos treinadores é sua participação de fato, no rebaixamento de uma equipe. Um dos ídolos do Palmeiras, grande rival do Tricolor, Gilson Kleina está marcado por fazer parte de seis rebaixamentos em sua carreira. Ao lado de Hélio dos Anjos, os comandantes amargam o recorde no futebol brasileiro de mais rebaixamentos para a Série B.
A situação é um tanto quanto constrangedora, visto que Gilson é um nome badalado no futebol e quase sempre está no comando de alguma grande equipe do futebol brasileiro. Porém, o desempenho ruim é inegável e o número de participações em quedas, só está atrás de Adilson Batista, que soma ao todo, sete rebaixamentos.
Confira a lista de rebaixamento de Gilson Kleina
(24 jogos) – Ponte Preta 2017
(34 jogos) – Avaí 2015
(19 jogos) – Bahia 2014
(13 jogos) – Palmeiras 2012
(9 jogos) – Paraná 2007
(16 jogos) – Paysandu 2005







