Olá meus queridos leitores!
Publicando minha coluna com algum atraso essa semana graças à nova agenda de gravações do Mais Geek, na BAND. E hoje vou falar do seu personagem favorito ou a fase que ele vive? Mas antes, uma breve pausa!
Para quem está chegando agora, seja muito bem-vindo(a) e explicando que esse que lhes escreve é um dos apresentadores do programa Mais Geek, no canal BAND. O programa vai ao ar todos os sábados, das 7:30 às 8:30; e na Rádio Rock, das 10:00 às 11:00, nossa querida 89! Você pode ouvir no rádio, pelo app ou pelo site.
Na coluna da semana passada (você pode ler aqui) eu falei o que eu odeio no universo da DC nos cinemas, fui carinhosamente chamado de Marvete, e acho isso muito legal. Eu cresci lendo um blog chamado MDM (Melhores do Mundo) e no divertido ambiente criado pela galera que escrevia lá os termos Marvete e DCnauta surgiam com grande frequência.
Alias, ser acusado de Caixista, Sonysta, Nintendista, Marvete, DCnauta faz parte deste divertido ambiente que a gente cria quando escreve uma coluna (é claro desde que com o devido respeito) e faz você, que está lendo, refletir e decidir se concorda comigo ou se discorda, isso é o mais legal de um conteúdo democratizado.
Fiz essa pequena introdução para contar para vocês que nunca fui um cara “editora futebol clube” ou “publicadora futebol clube”. Sempre fui um cara de heróis, eu gosto do Superman, Hulk, Batman, Wolverine, Mulher -Maravilha, Lanterna-Verde, Mulher Hulk, e no mercado de games gosto do Sonic, Mario, God of War, Halo, e assim por diante.
Dito isso, agora vamos ao assunto principal: Vale a pena curtir seu personagem favorito ou a fase que ele vive?
Eu me lembro que em 1994 chegava as bancas de jornal, pela extinta editora Abril O Incrível Hulk número 134, pela bagatela de R$1,55 e com o título “Novo incrível Hulk” uma capa verde limão com a silhueta do gigante esmeralda. Eu, um ávido fã do Hulk, corri para comprar e me deparei com a criação do professor Hulk, criado pela talentosíssima dupla Peter David e Dale Keown.

O professor Hulk foi um marco para o personagem. Ele tinha a força do Hulk Verde, a malicia do Hulk Cinza, e o cérebro de Bruce Banner, ou seja, um personagem perfeito. As histórias eram divertidas, o Hulk surrava todo seu panteão de vilões, fazia parte de uma equipe, tinha diálogos divertidíssimos com os membros dos Vingadores, X-Factor, X-Men, entre outros.

Foram 12 anos criando histórias incríveis (sem piadinhas) até que a qualidade das histórias começaram a cair, e absurdos como o Hulk voltar a ser o Banner quando ficava nervoso acontecerem. A gente sabe que é difícil manter a qualidade de uma história por tanto tempo, mas algumas coisas são demais.
Peter David deixou o Hulk e no seu lugar assumiu Joe Casey, desnecessário dizer que eu odiei e mesmo com David abaixo do que produziu no começo, eu queria ele de volta.

Outro exemplo, só para contextualizar e fazer vocês pensarem (afinal esse é o meu papel) foi o Homem-Aranha e a fatídica Saga dos Clones da dupla Howard Mackie e Tom Defalco, que literalmente acabaram com a infância de uma galera (inclusive com a minha) ao contar para todo mundo que o Peter Parker que a gente conhecia, se identificava e sofria cada mês que ele não conseguia pagar o aluguel, não era o verdadeiro, ele era o clone que tinha sobrevivido ao embate com o Chacal.

Dessa saga, só se salvar o uniforme do Aranha- Escarlate e a versão futura do Aranha-Escarlate que era vivida por Kane, um outro clone do Homem-Aranha, santa bagunça!

Falei de Hulk e Homem-Aranha, mas poderia ter falado da versão de energia do Superman ou do Batman Azrael, da inaceitável saga – A queda do Morcego de 1993.

As editoras sempre estarão aí, os personagens também, e aí eu pergunto para vocês: Vale a pena curtir seu personagem favorito ou a fase que ele vive?
Eu tenho certeza que muitos de vocês que leram esse texto até aqui devem lembrar do seu personagem favorito por causa da fase que começou a ler, tipo o Homem de Aço de John Byrne, o Lanterna-Verde de Judd Winick ou os aclamados Cavaleiro das Trevas e Homem sem Medo do lendário Frank Miller.
Essa é uma discussão longa, e que não sei se vocês vão encontrar a resposta, eu particularmente tenho selecionado cada vez mais o conteúdo que eu leio, e também separado alguns escritores, mas o que eu desejo é que vocês continuem lendo seus personagens favoritos e que independente da fase, deem atenção para experimentar ou conheçam outros personagens, é sempr ebom expandir os horizontes.

Eu vou continuar, porque tenho toda fase dos X-Men do Jonathan Hickman, Kal-El está de volta e tem revista nova da Sociedade da Justiça, bom ou ruim eu não sei, mas vou ler e quem sabe trago para vocês em breve!
Fico por aqui, e semana que vêm tem mais!






