Na estreia de sua equipe principal (retornando de pré-temporada na Flórida), o Vasco, enfim, venceu a primeira no Campeonato Carioca. Após dois empates consecutivos, o Cruz-Maltino encarou a Portuguesa, no Luso-Brasileiro, se impôs e, com gols de Nenê e Gabriel Pec, venceu por 2 a 0.
Com o resultado, o time comandado por Maurício Barbieri chega a cinco pontos e, com um jogo a menos, figura na quinta colocação. Do outro lado, a Lusa permanece com três, no oitavo posto.
Nenê abre o placar
Com a presença dos titulares, o Vasco não perdeu tempo e impôs seu ritmo logo nos primeiros minutos. Dono do meio campo, o Cruz-Maltino adiantou suas linhas, pressionou o adversário e não demorou para inaugurar o marcador.
Aos 14, Lucas Piton fez uma jogada espetacular pela esquerda, se livrou bonito de dois marcadores e descolou um cruzamento milimétrico para Nenê, que, livre na pequena área, bateu de primeira e estufou as redes no Luso Brasileiro.
Do outro lado, a Portuguesa até que tentou assimilar o golpe, mas custou para criar algum perigo para defesa vascaína. Emerson Carioca foi o mais acionado, mas faltou capricho na hora de finalizar.
Apesar da tentativa de reação da Lusa, o Vasco seguiu melhor e poderia ter ido para o intervalo com uma vantagem maior. Gabriel Pec, Eguinaldo e Pedro Raul tiveram chances claras para marcar, mas a bola não entrou.
Gabriel Pec fecha a conta
Assim como no início de partida, o time comandado por Maurício Barbieri se lançou para o ataque e encontrou espaços para marcar o segundo. Logo aos três, Pedro Raul enfiou linda bola para Gabriel Pec, que, com categoria, deu uma cavadinha na saída do goleiro.
Com dificuldade para buscar uma reação, a Lusa seguiu pecando na conclusão das jogadas. Aproveitando sobra na área, Romarinho teve uma grande oportunidade para empatar, mas pegou mal demais na bola e isolou. E parou por aí.
A sequência da partida foi protocolar. Com a vitória encaminhada, o Gigante da Colina valorizou a posse de bola e, sem correr riscos na defesa, fez o tempo passar na Ilha do Governador.
Na reta final, a Lusa ainda tentou um último suspiro para descontar, mas quase foi castigada pelo contragolpe vascaíno. Já nos acréscimos, Vinícius acionou Galarza, que, livre na segunda trave, parou em grande defesa de João Lopes.







