“Vemos com preocupação uma ação, ainda que temporária, com o objetivo de recuperação de receita. Além de estressar o mercado criando um ambiente de tensão e imprevisibilidade, impacta o planejamento da indústria no médio e no longo prazo. Uma alternativa de aumento de receita de forma estrutural, e que temos defendido, é a redução da reinjeção de gás natural“, diz a entidade, em nota.
Para a Federação, enquanto se cria mais uma taxa, o Brasil continua “rejeitando riqueza ao escolher não desenvolver plenamente o mercado de gás no país”.
“O Brasil e suas empresas são privados de alcançar um gás flexível e competitivo. O atraso de nossa agenda, com o gás que temos, impede o crescimento de novas contratações, de novos empregos e de novas riquezas. Apenas com a indisponibilidade do Rota 3, por exemplo, são perto de R$ 50 bilhões já perdidos em royalties, em ICMS e em outras receitas pelo atraso de finalização da sua unidade de tratamento”, diz a nota.







