Em pouco menos de cinco horas, ainda com o governo sob o desgaste do tema dos impostos em remessas internacionais, um conjunto de ações foram anunciadas na quinta-feira (20), pelo Ministério da Fazenda e pela Shein, que tiram da agenda a percepção de que governo cedia à entrada ilegal de produtos “made in China”, e de que a Shein não parece se importar com a concorrência desleal que avança pelo on-line sobre o país.







