Cápsula do Tempo promovida pela Câmara recebe depoimentos até esta quinta

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A Cápsula do Tempo, promovida em comemoração aos 170 anos da Câmara Municipal de Juiz de Fora, será hermeticamente fechada em cerimônia simbólica nesta sexta-feira (28) e será revisitada apenas no aniversário de 200 anos da Casa Legislativa, em 7 de abril de 2053. Quem ainda não participou da iniciativa, com depoimentos sobre os desejos para as próximas três décadas na cidade, tem até esta quinta. O prazo termina às 18h para envio de textos físicos e à meia-noite para mensagens no formulário pela internet.

Entre as declarações já recebidas estão pedidos para uma sociedade mais justa, “para acabar a fome de quem mora na rua”, sonhos de quem quer dar uma casa aos pais e ainda desenhos infantis, como do Rio Paraibuna azul, rodeado de peixes, árvores e capivaras. Todos os cidadãos podem participar, incluindo os próprios vereadores, além de instituições, como escolas.

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Segundo o presidente da Câmara, Zé Márcio-Garotinho (PV), a possibilidade de engajamento pela internet, por meio de um formulário, foi um pedido de muitos juiz-foranos que não moram mais na cidade, “para que mais pessoas estejam nesses registros, que vão direto para o futuro”.

Para quem quiser escrever de próprio punho as mensagens, a Câmara está distribuindo na recepção do Palácio Barbosa Lima cartões físicos e padronizados. Os conteúdos recebidos via internet também serão impressos e depositados na Cápsula do Tempo. “É importante o preenchimento de todos os campos para que a instituição possa acionar o participante em 2053, na abertura da cápsula”, alerta.

Já as escolas e instituições representativas também podem enviar um texto em folha A4 com uma redação ou desenho correspondente ao tema: “A Câmara Municipal de Juiz de Fora comemora em 2023 seus 170 anos. Que cidade você quer ver na comemoração de 200 anos da Câmara?” Com apoio de entidades, imprensa, agentes políticos e influenciadores, na Cápsula do Tempo também serão inseridas fotos, arquivos, ilustrações e outros textos “com o objetivo de tornar viva a memória, daqui a 30 anos, do nosso cenário atual”.

FONTE: TRIBUNA DE MINAS