A piora do cenário externo, com a escalada dos juros de longo prazo nos Estados Unidos, a desaceleração do crescimento na China e a alta dos preços do petróleo — que enfileiraram sete semanas de avanço —, acendeu o sinal amarelo para investidores diante da possibilidade de consolidação de um quadro de deterioração internacional. Porém, parte das pressões que elevaram a cautela global, em um ambiente que levou a bolsa brasileira a registrar 13 quedas seguidas, na maior sequência negativa da história, e o dólar a flertar com a volta à casa dos R$ 5, tende a perder força, afirmam especialistas ouvidos pelo Valor.







