Em 2020, a Cogna acumulava dívidas de R$ 8 bilhões que representavam cerca de três vezes o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda), uma alavancagem tão elevada que num dado momento a companhia precisou renegociar as condições financeiras (covenants) acordadas com detentores de debêntures. O cenário era nebuloso, com alunos desistindo de seus cursos por conta da pandemia e uma taxa de juros em curva ascendente.







