A reforma tributária aprovada pelo Congresso vai na direção correta, reduzindo distorções e favorecendo uma organização mais eficiente da produção, embora as exceções reduzam os benefícios da mudança, avalia Armando Castelar, professor da FGV Direito Rio e pesquisador associado do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV Ibre).







