Recém-lançado, o livro “Gilberto Braga, o Balzac da Globo” (Editora Intrínseca) narra duas histórias: a primeira, claro, é a biografia do autor de telenovelas, para muitos considerado o melhor de seu ofício. A outra narrativa, explicitada logo no início e que perpassa toda a obra, é sobre a própria elaboração do livro. O trabalho estava sendo conduzido por Artur Xexéo, mas foi interrompido pela morte do jornalista e escritor, em junho de 2021. Coube a Mauricio Stycer, também jornalista e crítico de TV, assumir a biografia, mas quatro meses depois foi Braga quem morreu, aos 75 anos. “Não tive nenhuma entrevista com o Gilberto. Não deu tempo”, conta Stycer ao Valor.







