Apesar dos recentes movimentos de apreciação do dólar, o cenário internacional mais construtivo neste ano deve prevalecer e beneficiar o real. “Passamos dois anos e meio discutindo até onde os juros iriam subir nos Estados Unidos e qual o nível de recessão que isso iria levar, e agora o que temos é um ambiente de desinflação muito relevante. Isso tem permitido discutir a queda das taxas de juros americanas, com uma boa atividade ainda”, observa Bruno Marques, sócio e cogestor dos fundos multimercado da XP Asset Management.







