A alta da demanda doméstica passou de 0,3% no terceiro trimestre do ano passado para 0,2% no quarto, segundo Ramos. Ela foi sustentada pela alta de 0,9% no consumo do governo e de 0,9% na Formação Bruta de Capital Fixo, excluindo estoques, “recuperando-se de uma sequência de quatro quedas trimestrais consecutivas”, nota Ramos.







