O anúncio dos 23 convocados para a próxima edição da Copa América, entre junho e julho, nos Estados Unidos, confirmou um efeito comum na seleção brasileira: a variação de listas a partir da troca de técnicos.
Para seu primeiro torneio à frente da equipe nacional, Dorival Júnior seguiu a reformulação iniciada pelo interino Fernando Diniz, a ponto de manter nem metade dos chamados por Tite para a Copa do Mundo no Qatar, em 2022.
Em um ano e meio desde o Mundial, apenas 11 nomes “sobreviveram” na seleção. São eles:
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Alisson (goleiro)
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Ederson (goleiro)
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Danilo (lateral-direito)
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Éder Militão (zagueiro)
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Marquinhos (zagueiro)
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Bruno Guimarães (volante)
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Lucas Paquetá (meia)
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Gabriel Martinelli (atacante)
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Raphinha (atacante)
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Rodrygo (atacante)
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Vinicius Jr. (atacante)
Ficaram pelo caminho, seja por opção da nova comissão técnica ou problemas físicos e extracampo: o goleiro Weverton, os laterais Daniel Alves, Alex Sandro e Alex Telles, os zagueiros Bremer e Thiago Silva, os meio-campistas Casemiro, Fabinho, Fred e Everton Ribeiro e os atacantes Antony, Gabriel Jesus, Neymar, Pedro e Richarlison.
Vale lembrar que, para a Copa do Qatar, Tite pôde convocar 26 jogadores, três a mais do que Dorival levará aos Estados Unidos para a Copa América.
Da seleção chamada por Dorival, não estavam no Mundial de 2022: o goleiro Bento, os laterais Yan Couto, Guilherme Arana e Wendell, os zagueiros Beraldo e Gabriel Magalhães, os meio-campistas Andreas Pereira, Douglas Luiz e João Gomes e os atacantes Endrick, Evanilson e Savinho.
Dos ausentes, é possível dizer que dois provavelmente estariam na lista de Dorival caso estivessem em condições. Richarlison, camisa 9 da última Copa, enfrenta um problema na panturrilha relatado ao próprio técnico e que o tirou da convocação para a Copa América.
O outro, claro, é Neymar, que segue em recuperação de uma cirurgia no joelho e ainda sem um prazo certo para voltar aos gramados. A tendência é que o camisa 10 esteja apto para voltar à seleção na janela de setembro, quando recomeça a disputa das eliminatórias para o Mundial de 2026.







