Obviamente, Dudu pode ir para qualquer lugar, decidir seu destino, escolher as vozes que ouve, mas seria mais compatível com tudo que construiu junto com o Palmeiras (e os palmeirenses) que fosse um desfecho planejado, com direito a despedidas e comoção generalizada, quermesses, desfiles e placas comemorativas. Depois de tudo (que não aconteceu), hoje Dudu provavelmente continua ídolo, mas seu verniz acabou um tanto chamuscado. E tudo isso porque, por um momento, sentiu uma coceira na orelha e preferiu desprezar a liturgia das grandes despedidas.







