Neste momento, a condução fiasquenta do torneio já era substituída por histórias substancialmente sul-americanas: como a lesão de Messi, cujo tornozelo latejava ao som dos tambores, e os últimos momentos de Angel Dí Maria com a camisa argentina. E, sobretudo, por uma seleção que fez da vitória um hábito e assim redesenha a geografia sul-americana e mundial do futebol. Hoje, a Argentina é a seleção a ser batida e a ser invejada. Hoje a Argentina,, bem, é “el país del fulbo”.







