Elenco, planejamento, crise e tudo que um jogo significa

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O cenário coloca em debate escolhas da diretoria e comissão técnica. A sequência de baixas jogou luz sobre prioridades ao longo da temporada e decisões de usar força máxima em alguns jogos em detrimento de outros. Além disso, também sobre montagem do elenco. Tite, nas últimas semanas, bateu na tecla do calendário apertado do futebol brasileiro.

Discernimento para que se tenha compreensão. Se não fica “ganhou, que beleza”. O futebol não é assim. E há, sim, a relação de saúde. (…) Quando nós vencemos quarta coloquei isso, então não é oportunista porque não perdemos. Ouçam e vejam a entrevista do Carlo Ancelotti. Ele diz que está programando férias para os atletas no meio da temporada porque o calendário é impossível. Não é só a gente, e não é desculpa. Estamos chateados, perdemos, não queríamos tomar quatro, é um clássico, dói, estamos tristes… Tudo verdade, mas um pouco de bom sensoTite, após a derrota para o Botafogo

A disputa por vaga acontece em semana quente na Gávea. O Flamengo perdeu o clássico com o Botafogo por 4 a 1 e a chance de voltar à liderança do Brasileiro, e dias depois, o diretor Bruno Spindel informou a desistência da Atalanta na negociação por Wesley — transação que seria boa para os cofres do clube. Tais fatores fizeram a torcida aumentar o tom das críticas.

O resultado pode fazer a temperatura aumentar ainda mais. Uma amostra disso aconteceu na temporada passada, quando o Flamengo foi eliminado nas oitavas de final para o Olimpia, e a delegação foi recebida sob fortes protestos no retorno ao Rio de Janeiro.

Força a uma ‘aposta’

Carlinhos comemora após anotar gol pelo Flamengo no jogo contra o Atlético-MG, pelo Brasileirão Imagem: Gilson Lobo/AGIF

FONTE: GOOGLE NOTÍCIAS