Talvez essa seleção chilena seja a mais fraca da história, e o Brasil não conseguiu envolvê-la e sofreu demais para conseguir criar alguma coisa de interessante.
Em 2 minutos, o Chile marca com Vargas, com uma falha de marcação absurda de Danilo que, de uma posição “privilegiada”, assistiu ao cruzamento da direita para a esquerda e, sem se mexer, tomou a bola nas costas para Eduardo Vargas cabecear “sozinho” e marcar.
Como podem jogadores de grandes ligas europeias falharem dessa maneira? Quem tiver dúvida, veja o gol novamente. Deram espaço para o cruzamento e nenhum jogador se mexeu para nada. Um lateral tem que acompanhar a trajetória da bola e ir na direção do atacante, e não ficar assistindo à jogada como fez o Danilo.
A justificativa de ele continuar sendo convocado como titular e capitão é a experiência e a liderança que ele tem sobre os mais jovens.
Estranho é que na Juventus de Turim o treinador não leva isso em consideração e ele, nessa temporada, está no banco de reservas.
A insistência com ele é inaceitável, até porque não é um lateral que faça a diferença de algum modo. Muito pelo contrário, não acontece nada de produtivo pelo lado direito, além de tocar a bola para o lado e para trás a maioria das vezes.
Depois do gol, o Brasil não demonstrou reação alguma, só conseguindo criar duas chances de gol: uma com o Rodrygo, numa jogada individual pela esquerda, finalizando muito bem e forte na direção do gol, com o zagueiro desviando para escanteio, e a outra foi no último minuto do primeiro tempo, quando o centroavante do Botafogo, Igor Jesus, fez um belo gol empatando o jogo.







