Mas o desafio ainda é grande: em 2023, o trabalho infantil fazia parte da realidade de 1,6 milhão de crianças e adolescentes no país. 36% desse total se dedicavam aos piores trabalhos, como, por exemplo, os que foram flagrados por uma fiscalização do Ministério do Trabalho no agreste de Pernambuco em agosto: 300 crianças e adolescentes estavam em atividades insalubres e perigosas, a maioria no setor têxtil.







