A despeito das surpresas recentes com o crescimento econômico, não há perspectivas, neste momento, de uma sinalização de melhora na nota de crédito do Brasil, na avaliação da agência de classificação de risco S&P Global Ratings. Segundo o diretor e analista líder para Brasil da S&P, Manuel Orozco, a atividade mais aquecida deveria sinalizar uma maior capacidade do país de estabilizar a dívida pública, o que não acontece no momento.







