Sempre falamos sobre quanto tempo temos que esperar pelas sequências, mas os fãs de Baldur’s Gate tiveram uma vida incrivelmente difícil. Ao longo de duas décadas, as pessoas tiveram que esperar entre Baldur’s Gate II e o lançamento de sua sequência. É um tempo incrivelmente longo e, para a Larian Studios, isso criou muita pressão.
Pressão que provou ser incrivelmente assustadora. Falando à Edge Magazine (via GamesRadar), o CEO da Larian, Swen Vincke, e o diretor de redação de Baldur’s Gate III, Adam Smith, falaram sobre como, inicialmente, assumir a história de D&D parecia uma tarefa enorme, mas a Wizards of the Coast os deixou soltos no IP. “Poderíamos fazer o que quiséssemos com ele”, disse Vincke.
O maior obstáculo da equipe não era o cenário, mas sim as cinemáticas que eles estavam procurando desta vez. Larian construiu um estúdio cinematográfico de muito pouco por Baldur’s Gate III, e provou ser um empreendimento bastante indutor de ansiedade. “Do meu ponto de vista, escrevendo uma narrativa, os momentos mais assustadores sempre foram com cinemáticas”, Smith disse. “Como podemos ter certeza de que isso funciona se um personagem já está morto – um personagem para o qual acabamos de fazer uma sessão inteira de captura de movimento, com um ator muito famoso? Foi intimidante.”
Mas, Larian conseguiu, e as cinemáticas de Baldur’s Gate III provaram ser uma adição incrível ao jogo, ajudando as pessoas a superar o obstáculo do formato CRPG de cima para baixo.







