Embora haja algum espaço de manobra, como todas as prequelas, Doom: The Dark Ages tem que eventualmente nos atualizar com a história do jogo de 2016, que começou com o Doom Slayer saindo de um caixão depois que todos os seus amigos morreram.
Aparentemente, porém, Doom: The Dark Ages não nos levará até esse ponto e usará sua margem de manobra o máximo possível. Falando ao PCGamer, o diretor do jogo, Hugo Martin, explicou por que os desenvolvedores mantiveram algum espaço narrativo para brincar.
“Quero dizer, isso acabaria com a Idade das Trevas, o capítulo medieval da saga Doom. Isso é como as Crônicas do Slayer”, disse ele, apontando a falha em trazer a história para o Doom de 2016. “Então, se levássemos até esse ponto, isso significaria que não poderíamos contar mais histórias medievais. E não estou anunciando projetos ou qualquer outra coisa além de apenas dizer que é melhor deixá-lo aberto.
Pode não haver espaço suficiente para um jogo medieval extra completo, mas há DLC em andamento. Então, se você quiser um Doom mais arcaico, não terá que se preocupar com o fim ainda.
Doom: The Dark Ages será lançado em 15 de maio para Xbox Series X/S, PS5 e PC.








