Quando James Gunn e Peter Safran assumiram como co-chefes de DC Studios na Warner Bros., não demorou muito até que o DC Extended Universe (que foi iniciado por Zack Snyder com Man of Steel ) fosse executado e colocado fora de sua miséria. Isso abriu o caminho para o DC Universe, que começará corretamente em julho com Superman, mesmo que Creature Commandos tecnicamente tenha começado as coisas e Peacemaker aparentemente servirá como uma ponte entre os dois universos.
Independentemente disso, muitos viram essa mudança como a razão pela qual Henry Cavill, por exemplo, foi expulso do papel de Superman, já que Gunn e companhia precisavam de uma nova figura de sustentação para basear seu novo universo. No entanto, isso pode não ser muito preciso.
Falando com a Entertainment Weekly, Gunn afirma que a Warner Bros. estava procurando se livrar de Cavill antes mesmo de ele e Safran se juntarem, chegando a observar que havia planos para encontrar um novo Clark Kent antes que Gunn decidisse fazer The Suicide Squad (que estreou em 2021).
Gunn afirma que a Warner Bros. queria que ele dirigisse um filme Superman naquela época e que “era ainda mais confuso do que é agora”, ao mesmo tempo em que observou que a razão pela qual ele não aceitou o trabalho na época foi porque ele “não tinha aquela ideia especial do que seria esse [filme]”.
Então, enquanto o futuro verá David Corenswet vestindo a capa de Supe, não devemos necessariamente culpar Gunn e Safran por serem a razão pela qual Cavill não é mais a estrela do show.








