As produtoras GR6 e KondZilla anunciam o lançamento de “GR6 Histórias”, projeto colaborativo que reúne 20 sucessos do funk com mais de 100 milhões de visualizações no YouTube, agora regravados em novas versões. Saiba mais sobre o projeto e quais artistas farão parte do mesmo!
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Foto: Divulgação
A proposta do “GR6 Histórias” é unir artistas consagrados com os nomes mais ouvidos da cena atual, conectando gerações por meio de faixas lançadas entre 2014 e 2025, agora com arranjos atualizados e produção contemporânea.
Distribuído pela Virgin Music, o álbum reforça o alcance global do funk e conta com participações de MC Livinho, MC Davi, MC Kevinho, MC IG, MC PH, Kayblack, Vulgo FK, entre outros. A direção musical fica a cargo de produtores da nova geração, com o objetivo de apresentar os clássicos a um novo público, sem perder a identidade que marcou a história do gênero.
Rodrigo Oliveira, presidente da GR6, falou sobre a iniciativa:
“A música urbana está sempre se reinventando. Os hits não param e muitos deles nasceram aqui, na GR6. Mas é importante lembrar dos sons que abriram as portas pro mundo e seguem na boca do povo. Nossos sucessos são atemporais, e essa regravação é pra eternizar ainda mais essa história.”
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“O funk tem poder para ser a próxima onda”, Anitta diz para Billboard nos EUA
Anitta continua seu trabalho de divulgação do funk fora do Brasil. Duas semanas após o ritmo brasileiro ser notado em shows internacionais no Festival Coachella, a cantora fala sobre o gênero musical para o site da Billboard norte-americana. Ao avaliar o impacto do álbum “Funk Generation”, indicado ao Grammy, ela diz:
“Essa foi a experiência do baile funk. Foi importante porque eu realmente acredito que esse ritmo tem o poder para ser a próxima onda. Eu também amo afrobeat, e o funk tem raízes que bebem disso, da África, Bambata. É por isso que parece familiar. Eu achei que era realmente importante trazer essa cultura para o mundo”.
(Foto: Divulgação)
Neste ano, Anitta recebeu o Vanguard Award no Billboard Latin Women In Music. O troféu de vanguardista reflete sua missão global com o funk brasileiro. “Nós nos apresentamos em muitos países e, quando as pessoas apareceram, foi muito especial. Eu me senti muito forte e empoderada no palco representando esse ritmo e sua energia”, pontua.






