Após quase 10 anos, Porto Seco de Juiz de Fora terá nova licitação

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A Receita Federal publicou, na última segunda-feira (30/03), o edital de licitação para a concessão do Porto Seco de Juiz de Fora. A sessão pública está marcada para 12 de maio de 2026. A informação foi divulgada primeiro no jornal O Pharol.

O terminal funciona desde 2017 com base em decisões judiciais, após o fim do contrato da antiga operadora. Agora, o governo federal busca regularizar de forma definitiva a situação, encerrando quase uma década de incerteza.

Licitação do Porto Seco prevê concessão de 25 anos

A nova concessão prevê 25 anos de contrato, podendo chegar a 35 anos, com investimentos estimados em R$ 36,6 milhões. O edital também prevê modernização da estrutura, com ampliação de áreas, pátio para contêineres e equipamentos logísticos.

Localizado em ponto estratégico, com acesso à BR-040 e ferrovia, o Porto Seco de Juiz de Fora responde por 27,7% das importações desembaraçadas em Minas. A expectativa é que a licitação traga mais previsibilidade e novos investimentos para a operação.



A Receita Federal publicou, na última segunda-feira (30/03), o edital de licitação para a concessão do Porto Seco de Juiz de Fora. A sessão pública está marcada para 12 de maio de 2026. A informação foi divulgada primeiro no jornal O Pharol.

O terminal funciona desde 2017 com base em decisões judiciais, após o fim do contrato da antiga operadora. Agora, o governo federal busca regularizar de forma definitiva a situação, encerrando quase uma década de incerteza.

Licitação do Porto Seco prevê concessão de 25 anos

A nova concessão prevê 25 anos de contrato, podendo chegar a 35 anos, com investimentos estimados em R$ 36,6 milhões. O edital também prevê modernização da estrutura, com ampliação de áreas, pátio para contêineres e equipamentos logísticos.

Localizado em ponto estratégico, com acesso à BR-040 e ferrovia, o Porto Seco de Juiz de Fora responde por 27,7% das importações desembaraçadas em Minas. A expectativa é que a licitação traga mais previsibilidade e novos investimentos para a operação.



FONTE: GOOGLE NOTÍCIAS