
Cataguases recebe, de sexta-feira (19) até o dia 27 deste mês, a II Semana de Arte, com exposições, mostras audiovisuais, performances, shows e outros em sua programação gratuita. A edição de 2026 ocupa praças, escolas e centros culturais do município com o tema “Por uma perspectiva decolonial: Ancestralidade como ponte para novos futuros”, aproximando diferentes linguagens artísticas.
A presença de artistas indígenas permeia toda a programação e constitui um dos eixos centrais desta edição. Performances, espetáculos, oficinas e apresentações musicais conduzidas por representantes dos povos Puri e Pataxó promovem reflexões sobre memória, pertencimento, espiritualidade e resistência cultural, integrando saberes ancestrais às práticas artísticas contemporâneas.
A II Semana de Arte de Cataguases busca colocar vozes ancestrais no centro do debate. “O evento busca dar voz a múltiplos saberes, conectando a ancestralidade indígena e afro-brasileira com a criação contemporânea, para que a arte se torne um espaço de reflexão e pertencimento para todos. Nossa intenção é que cada atividade, oficina e performance revele como tradição e inovação podem caminhar juntas, mostrando que o futuro da arte está enraizado na memória e na diversidade cultural de Cataguases”, destacam os coordenadores do projeto, Mariela Oliveira e Marcus Diego.
Todos os eventos realizados pela mostra serão realizados em espaços que possuem arquitetura inclusiva, com acesso para cadeiras de rodas e pessoas com mobilidade reduzida, além de interpretação simultânea em Libras em todos os espetáculos.
Abertura oficial
No primeiro dia de evento, nesta sexta, a primeira atividade acontece às 19h, com a abertura de exposições na Galeria de Experimentação, no Museu Energisa. São elas: “Mitologia estendida”, assinada por Ângelo Pixel, Auá Mendes e Cláudio Santos, além da mostra de artistas cataguasenses, composta por Alcione Martins, Luiz Leitão e Guto Mattos; e a individual de David Arranhadol, que fará ainda uma ação de live painting na noite.
Também a partir das 19h, o Anfiteatro Ivan Müller Botelho recebe o solo “Pulso ancestral”, com a bailarina Tatiane Dias, do projeto Girarte e, em seguida, a performance-ritual “Txori Peo, Mata Clama”, na qual o artista indígena Hiram Apon Puri propõe um mergulho nas memórias da Mata Atlântica pela ótica do povo Puri.
Já no dia seguinte, sábado (20), a cerimônia oficial de abertura acontece na Praça Simão José Silva, às 19h30, com teatro, cinema, dança, música e artes visuais. A apresentação também homenageia Humberto Mauro, cineasta cataguasense que projetou nacionalmente o nome da cidade.
Imagens do documentário “Cinema é cachoeira – Humberto Mauro”, de André Di Mauro, serão exibidas. A noite terá ainda performances de rap, música, batalhas de rima, dança e pintura ao vivo, além do show “Cantos e Pontos”, da cantora Thaylis.
Espetáculos na programação
No domingo (21), às 19h, o Anfiteatro Ivan Müller Botelho recebe o espetáculo “Casca, origem e tempo”, com Adryana Ryal Petara Puri, Mayô Pataxó e Hiram Apon Puri. A história segue Nica, uma benzedeira que vivia às margens do Rio do Peixe, abordando desmatamento, queimadas e apagamento cultural em um drama poético com escrita autoral, interpretação e sonoridades ancestrais.
Em seguida, na segunda-feira (22), o músico, escritor e contador de histórias Dauá Puri se apresenta no Centro Cultural Humberto Mauro às 19h30. A performance integra música, oralidade e elementos da cultura indígena Puri, um povo indígena do Sudeste brasileiro, cuja cultura sofreu apagamento territorial e histórico. Desde 2000, o Movimento de Ressurgência Puri promove a retomada de sua herança ancestral, valorizando sua ligação com a Mata Atlântica e a memória cultural.

Tradição audiovisual
A II Semana de Arte recebe ainda três mostras com 18 filmes entre curtas, longas, animações. Com exceção do curta “Mulheres peixe” e “Meu nome é Maalum”, todos foram produzidos com patrocínio da Energisa, através do edital Usina Criativa de Cinema do Festival Ver e Fazer Filmes.
As sessões acontecem em diferentes espaços do município, abordando temas que vão desde o cinema modernista de Mauro até produções contemporâneas
Na quinta (23), às 14h, começa a Mostra Curta no Cinema – Sessão Diurna, com os filmes “O Palco Animado de Humberto Mauro” (5 min), “Meu Nome é Maalum” (8 min), “Mulheres Peixe” (4 min) e “Tarsilinha” (93 min). Os filmes serão exibidos no Centro Cultural Humberto Mauro.
No mesmo dia e no mesmo local, na Mostra Curta no Cinema – Sessão Noturna, que começa às 19h, serão exibidos “O Palco Animado de Humberto Mauro” (5 min), “Bloco do Ary” (3 min), “Eu Sou Alcina” (3 min), “Mulheres Peixe” (4 min) e “Coração nas Trevas” (87 min).
Já dia 26 de junho, sexta, acontece a Mostra Curta na Rua, na Praça da Taquara Preta. A partir das 18h30, serão exibidos os filmes “Beto” (5 min), “Dete e Deia” (8 min), “Aventuras na Pastelaria” (3 min), “O Palco Animado de Humberto Mauro” (5 min), “Bloco do Ary” (3 min), “Eu Sou Alcina” (3 min), “Meu Nome é Maalum” (8 min), “Mulheres Peixe” (4 min) e “Mitos Indígenas em Travessia” (22 min).
Encerramento
O encerramento da II Semana de Arte de Cataguases acontece no dia 27 de junho, às 19h, em torno do Monumento a Humberto Mauro, localizado na avenida de mesmo nome. A cerimônia conta com uma performance ao vivo, “Monumento em Movimento”, que propõe uma interação sensorial com a obra por meio do diálogo entre dança, música, arquitetura e audiovisual, inspirando-se nos quatro elementos da natureza
Em homenagem aos 100 anos de “Valadião, o Cratera” (1925), primeiro exercício cinematográfico de Humberto Mauro realizado em Cataguases, a performance ressignifica o monumento urbano ao ativar sua estrutura com projeções, movimentos e sonoridades.
O projeto conta com a direção artística de Marcus Diego e coreografia de Mariana Martins, e reúne bailarinos do Projeto Girarte, com participações especiais de Flora Amora, Thaylis Carneiro, da Orquestra de Berimbaus e do grupo Abadá Capoeira, ampliando o encontro entre diferentes linguagens artísticas e manifestações da cultura brasileira.
Oficinas de formação
A programação conta ainda com oficinas gratuitas, com, ao todo, mais de 30 horas-aula. Todas as oficinas possuem horários, locais e limites de participantes específicos, com inscrições abertas pelo formulário disponível. Confira a lista completa abaixo:
Memória, História e Formação de origem: Quem somos ‘nós’ na cidade que vivemos – Ryal Patara Laman e Adriana Ribeiro de Almeida
Dia 20 de junho das 13h às 16h, com duração de 3 horas, na Chácara Dona Catarina.
Propõe uma imersão na memória, na identidade e na formação histórica que aprendemos, conectando a história local à formação de Minas Gerais. Inscrições via link.
Mitos em Movimento: Animação e Realidade Aumentada – ministrada por Angelo Pixel, Auá Mendes e Cláudio Santos
Dia 20 de junho, com duração de 6 horas, para até 15 participantes no Animaparque
A oficina integra o projeto Mitologia Estendida e propõe
a criação de animações em realidade aumentada. Inscrições via link.
Videodanças, Videoperformances e Videocartas In-Excorporadas: ancestralidade e cosmopercepções decoloniais – conduzida pela artista e pesquisadora PhD em Dança Alba Vieira
De 20 a 21 de junho na Chácara D. Catarina, com três horas de duração a cada dia e com capacidade para 30 participantes
Investiga a relação entre corpo, espaço e narrativa audiovisual, integrando práticas de dança, performance e vídeo. Inscrições via link.
Nas escolas e distritos cadastrados, serão realizadas as oficinas: Atelier Sonoridades Puri com Bambu, Violas e Pios, com Dauá Puri; Oficina de Realização Cinematográfica, com André Di Mauro e Federico Bardini; Oficina de Animação em Pixelation, com Sapulha; e Oficina de Pintura em Tela, com Francisco Severino.
Atelier Sonoridades Puri com Bambu, Violas e Pios – conduzida pelo arte-educador Dauá Puri
Escola Municipal Francisco Rodrigues, em Aracati.
Explora a cultura do povo Puri, seus cantos, instrumentos e práticas ancestrais, permitindo que os participantes experimentem vivências musicais e rituais em roda com cantos e palavras de agradecimento à floresta.
Oficina de Realização Cinematográfica – com André Di Mauro e Federico Bardini
Dia 25 de junho, às 9h, no Centro Cultural Humberto Mauro. A oficina será realizada na Escola Estadual Astolfo Dutra, no Dico Leite,
Desenvolve um projeto de curta-metragem em quatro dias consecutivos, abordando roteiro, captação de imagem e som, edição e finalização do filme, que será exibido ao final da oficina para a comunidade.
Oficina de Animação em Pixelation – ministrada por Rodrigo Sousa Sereno (Sapulha)
Oferecida para estudantes da Escola Municipal Darcília Guimarães, no Justino.
Propõe imersão no universo do audiovisual usando o corpo como principal ferramenta de expressão.
Oficina de Pintura em Tela – ministrada por Francisco Severino
Para alunos da E.M. Astolpho de Rezende, em Sereno
Aborda técnicas de pintura direta em suportes diversos, incentivando experimentação e expressão pessoal

Confira a programação artística:
19 (sexta-feira)
Abertura das exposições Mitologia Estendida, Mostra de Artistas Cataguasenses e exposição individual e live painting de David Arranhado
19h, na Galeria de Experimentação, Museu Energisa (Av. Astolfo Dutra, 41, Centro)
19h: Solo de dança Pulso Ancestral, com Tatiane Dias
Performance-ritual Txori Peo, Mata Clama, com Hiram Apon Puri
Anfiteatro Ivan Müller Botelho (Av. Astolfo Dutra, 41, Centro)
20 (sábado)
19h30: Cerimônia oficial de abertura da II Semana de Arte de Cataguases
Show Cantos e Pontos, com Thaylis
Praça Simão José Silva, Bela Vista
21 (domingo)
19h: Espetáculo Casca, origem e tempo
Local: Anfiteatro Ivan Müller Botelho (Av. Astolfo Dutra, 41, Centro)
22 (segunda-feira)
19h30: Apresentação de Daurá Puri
Centro Cultural Humberto Mauro (R. Coronel Vieira, 10, Centro)
25 (quinta-feira)
09h: Exibição do filme produzido por participantes da oficina de Realização Cinematográfica
Centro Cultural Humberto Mauro (R. Coronel Vieira, 10, Centro)
14h: Mostra Curta no Cinema – Sessão Diurna
Centro Cultural Humberto Mauro (R. Coronel Vieira, 10, Centro)
19h: Mostra Curta no Cinema – Sessão Noturna
Centro Cultural Humberto Mauro (R. Coronel Vieira, 10, Centro)
26 (sexta-feira)
18h30: Mostra Curta na Rua
Praça da Taquara Preta (R. Maria Alcina, 125, Taquara Preta – Atrás da creche municipal)
27 (sábado)
19h: Performance de encerramento: Monumento em Movimento
Monumento a Humberto Mauro (Av. Humberto Mauro, Centro)
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*Estagiária sob a supervisão da editora Cecília Itaborahy
O post Semana de Arte reúne cultura ancestral e produção contemporânea em Cataguases apareceu primeiro em Tribuna de Minas.


Cataguases recebe, de sexta-feira (19) até o dia 27 deste mês, a II Semana de Arte, com exposições, mostras audiovisuais, performances, shows e outros em sua programação gratuita. A edição de 2026 ocupa praças, escolas e centros culturais do município com o tema “Por uma perspectiva decolonial: Ancestralidade como ponte para novos futuros”, aproximando diferentes linguagens artísticas.
A presença de artistas indígenas permeia toda a programação e constitui um dos eixos centrais desta edição. Performances, espetáculos, oficinas e apresentações musicais conduzidas por representantes dos povos Puri e Pataxó promovem reflexões sobre memória, pertencimento, espiritualidade e resistência cultural, integrando saberes ancestrais às práticas artísticas contemporâneas.
A II Semana de Arte de Cataguases busca colocar vozes ancestrais no centro do debate. “O evento busca dar voz a múltiplos saberes, conectando a ancestralidade indígena e afro-brasileira com a criação contemporânea, para que a arte se torne um espaço de reflexão e pertencimento para todos. Nossa intenção é que cada atividade, oficina e performance revele como tradição e inovação podem caminhar juntas, mostrando que o futuro da arte está enraizado na memória e na diversidade cultural de Cataguases”, destacam os coordenadores do projeto, Mariela Oliveira e Marcus Diego.
Todos os eventos realizados pela mostra serão realizados em espaços que possuem arquitetura inclusiva, com acesso para cadeiras de rodas e pessoas com mobilidade reduzida, além de interpretação simultânea em Libras em todos os espetáculos.
Abertura oficial
No primeiro dia de evento, nesta sexta, a primeira atividade acontece às 19h, com a abertura de exposições na Galeria de Experimentação, no Museu Energisa. São elas: “Mitologia estendida”, assinada por Ângelo Pixel, Auá Mendes e Cláudio Santos, além da mostra de artistas cataguasenses, composta por Alcione Martins, Luiz Leitão e Guto Mattos; e a individual de David Arranhadol, que fará ainda uma ação de live painting na noite.
Também a partir das 19h, o Anfiteatro Ivan Müller Botelho recebe o solo “Pulso ancestral”, com a bailarina Tatiane Dias, do projeto Girarte e, em seguida, a performance-ritual “Txori Peo, Mata Clama”, na qual o artista indígena Hiram Apon Puri propõe um mergulho nas memórias da Mata Atlântica pela ótica do povo Puri.
Já no dia seguinte, sábado (20), a cerimônia oficial de abertura acontece na Praça Simão José Silva, às 19h30, com teatro, cinema, dança, música e artes visuais. A apresentação também homenageia Humberto Mauro, cineasta cataguasense que projetou nacionalmente o nome da cidade.
Imagens do documentário “Cinema é cachoeira – Humberto Mauro”, de André Di Mauro, serão exibidas. A noite terá ainda performances de rap, música, batalhas de rima, dança e pintura ao vivo, além do show “Cantos e Pontos”, da cantora Thaylis.
Espetáculos na programação
No domingo (21), às 19h, o Anfiteatro Ivan Müller Botelho recebe o espetáculo “Casca, origem e tempo”, com Adryana Ryal Petara Puri, Mayô Pataxó e Hiram Apon Puri. A história segue Nica, uma benzedeira que vivia às margens do Rio do Peixe, abordando desmatamento, queimadas e apagamento cultural em um drama poético com escrita autoral, interpretação e sonoridades ancestrais.
Em seguida, na segunda-feira (22), o músico, escritor e contador de histórias Dauá Puri se apresenta no Centro Cultural Humberto Mauro às 19h30. A performance integra música, oralidade e elementos da cultura indígena Puri, um povo indígena do Sudeste brasileiro, cuja cultura sofreu apagamento territorial e histórico. Desde 2000, o Movimento de Ressurgência Puri promove a retomada de sua herança ancestral, valorizando sua ligação com a Mata Atlântica e a memória cultural.

Tradição audiovisual
A II Semana de Arte recebe ainda três mostras com 18 filmes entre curtas, longas, animações. Com exceção do curta “Mulheres peixe” e “Meu nome é Maalum”, todos foram produzidos com patrocínio da Energisa, através do edital Usina Criativa de Cinema do Festival Ver e Fazer Filmes.
As sessões acontecem em diferentes espaços do município, abordando temas que vão desde o cinema modernista de Mauro até produções contemporâneas
Na quinta (23), às 14h, começa a Mostra Curta no Cinema – Sessão Diurna, com os filmes “O Palco Animado de Humberto Mauro” (5 min), “Meu Nome é Maalum” (8 min), “Mulheres Peixe” (4 min) e “Tarsilinha” (93 min). Os filmes serão exibidos no Centro Cultural Humberto Mauro.
No mesmo dia e no mesmo local, na Mostra Curta no Cinema – Sessão Noturna, que começa às 19h, serão exibidos “O Palco Animado de Humberto Mauro” (5 min), “Bloco do Ary” (3 min), “Eu Sou Alcina” (3 min), “Mulheres Peixe” (4 min) e “Coração nas Trevas” (87 min).
Já dia 26 de junho, sexta, acontece a Mostra Curta na Rua, na Praça da Taquara Preta. A partir das 18h30, serão exibidos os filmes “Beto” (5 min), “Dete e Deia” (8 min), “Aventuras na Pastelaria” (3 min), “O Palco Animado de Humberto Mauro” (5 min), “Bloco do Ary” (3 min), “Eu Sou Alcina” (3 min), “Meu Nome é Maalum” (8 min), “Mulheres Peixe” (4 min) e “Mitos Indígenas em Travessia” (22 min).
Encerramento
O encerramento da II Semana de Arte de Cataguases acontece no dia 27 de junho, às 19h, em torno do Monumento a Humberto Mauro, localizado na avenida de mesmo nome. A cerimônia conta com uma performance ao vivo, “Monumento em Movimento”, que propõe uma interação sensorial com a obra por meio do diálogo entre dança, música, arquitetura e audiovisual, inspirando-se nos quatro elementos da natureza
Em homenagem aos 100 anos de “Valadião, o Cratera” (1925), primeiro exercício cinematográfico de Humberto Mauro realizado em Cataguases, a performance ressignifica o monumento urbano ao ativar sua estrutura com projeções, movimentos e sonoridades.
O projeto conta com a direção artística de Marcus Diego e coreografia de Mariana Martins, e reúne bailarinos do Projeto Girarte, com participações especiais de Flora Amora, Thaylis Carneiro, da Orquestra de Berimbaus e do grupo Abadá Capoeira, ampliando o encontro entre diferentes linguagens artísticas e manifestações da cultura brasileira.
Oficinas de formação
A programação conta ainda com oficinas gratuitas, com, ao todo, mais de 30 horas-aula. Todas as oficinas possuem horários, locais e limites de participantes específicos, com inscrições abertas pelo formulário disponível. Confira a lista completa abaixo:
Memória, História e Formação de origem: Quem somos ‘nós’ na cidade que vivemos – Ryal Patara Laman e Adriana Ribeiro de Almeida
Dia 20 de junho das 13h às 16h, com duração de 3 horas, na Chácara Dona Catarina.
Propõe uma imersão na memória, na identidade e na formação histórica que aprendemos, conectando a história local à formação de Minas Gerais. Inscrições via link.
Mitos em Movimento: Animação e Realidade Aumentada – ministrada por Angelo Pixel, Auá Mendes e Cláudio Santos
Dia 20 de junho, com duração de 6 horas, para até 15 participantes no Animaparque
A oficina integra o projeto Mitologia Estendida e propõe
a criação de animações em realidade aumentada. Inscrições via link.
Videodanças, Videoperformances e Videocartas In-Excorporadas: ancestralidade e cosmopercepções decoloniais – conduzida pela artista e pesquisadora PhD em Dança Alba Vieira
De 20 a 21 de junho na Chácara D. Catarina, com três horas de duração a cada dia e com capacidade para 30 participantes
Investiga a relação entre corpo, espaço e narrativa audiovisual, integrando práticas de dança, performance e vídeo. Inscrições via link.
Nas escolas e distritos cadastrados, serão realizadas as oficinas: Atelier Sonoridades Puri com Bambu, Violas e Pios, com Dauá Puri; Oficina de Realização Cinematográfica, com André Di Mauro e Federico Bardini; Oficina de Animação em Pixelation, com Sapulha; e Oficina de Pintura em Tela, com Francisco Severino.
Atelier Sonoridades Puri com Bambu, Violas e Pios – conduzida pelo arte-educador Dauá Puri
Escola Municipal Francisco Rodrigues, em Aracati.
Explora a cultura do povo Puri, seus cantos, instrumentos e práticas ancestrais, permitindo que os participantes experimentem vivências musicais e rituais em roda com cantos e palavras de agradecimento à floresta.
Oficina de Realização Cinematográfica – com André Di Mauro e Federico Bardini
Dia 25 de junho, às 9h, no Centro Cultural Humberto Mauro. A oficina será realizada na Escola Estadual Astolfo Dutra, no Dico Leite,
Desenvolve um projeto de curta-metragem em quatro dias consecutivos, abordando roteiro, captação de imagem e som, edição e finalização do filme, que será exibido ao final da oficina para a comunidade.
Oficina de Animação em Pixelation – ministrada por Rodrigo Sousa Sereno (Sapulha)
Oferecida para estudantes da Escola Municipal Darcília Guimarães, no Justino.
Propõe imersão no universo do audiovisual usando o corpo como principal ferramenta de expressão.
Oficina de Pintura em Tela – ministrada por Francisco Severino
Para alunos da E.M. Astolpho de Rezende, em Sereno
Aborda técnicas de pintura direta em suportes diversos, incentivando experimentação e expressão pessoal

Confira a programação artística:
19 (sexta-feira)
Abertura das exposições Mitologia Estendida, Mostra de Artistas Cataguasenses e exposição individual e live painting de David Arranhado
19h, na Galeria de Experimentação, Museu Energisa (Av. Astolfo Dutra, 41, Centro)
19h: Solo de dança Pulso Ancestral, com Tatiane Dias
Performance-ritual Txori Peo, Mata Clama, com Hiram Apon Puri
Anfiteatro Ivan Müller Botelho (Av. Astolfo Dutra, 41, Centro)
20 (sábado)
19h30: Cerimônia oficial de abertura da II Semana de Arte de Cataguases
Show Cantos e Pontos, com Thaylis
Praça Simão José Silva, Bela Vista
21 (domingo)
19h: Espetáculo Casca, origem e tempo
Local: Anfiteatro Ivan Müller Botelho (Av. Astolfo Dutra, 41, Centro)
22 (segunda-feira)
19h30: Apresentação de Daurá Puri
Centro Cultural Humberto Mauro (R. Coronel Vieira, 10, Centro)
25 (quinta-feira)
09h: Exibição do filme produzido por participantes da oficina de Realização Cinematográfica
Centro Cultural Humberto Mauro (R. Coronel Vieira, 10, Centro)
14h: Mostra Curta no Cinema – Sessão Diurna
Centro Cultural Humberto Mauro (R. Coronel Vieira, 10, Centro)
19h: Mostra Curta no Cinema – Sessão Noturna
Centro Cultural Humberto Mauro (R. Coronel Vieira, 10, Centro)
26 (sexta-feira)
18h30: Mostra Curta na Rua
Praça da Taquara Preta (R. Maria Alcina, 125, Taquara Preta – Atrás da creche municipal)
27 (sábado)
19h: Performance de encerramento: Monumento em Movimento
Monumento a Humberto Mauro (Av. Humberto Mauro, Centro)
- LEIA MAIS sobre Cultura aqui
*Estagiária sob a supervisão da editora Cecília Itaborahy
O post Semana de Arte reúne cultura ancestral e produção contemporânea em Cataguases apareceu primeiro em Tribuna de Minas.







