Sergio Mendes, o gigante da bossa nova, infelizmente faleceu aos 83 anos devido a complicações de saúde de longo prazo causadas pelo COVID.
O cantor, compositor e líder de banda brasileiro teve grande sucesso internacional ao longo de sua carreira, tanto como artista solo quanto com seu grupo Brasil ’65 (iterações posteriores sendo Brasil ’66 e ’77).
Seu álbum de estreia, Dance Moderno, entrará para a história como um dos discos definidores da bossa nova, e seu single em português Mas Que Nada é certamente uma das, senão a mais, canções de bossa nova não inglesas reconhecíveis e amadas de todos os tempos.
Mendes e as várias iterações de sua banda fizeram grandes shows, como no Oscar de 1968, para os presidentes Lyndon B. Johnson e Richard Nixon, e nas Olimpíadas de 1970.
Mendes habilidade como compositor e tecladista alcançou as alturas mais altas do mundo da música, e ele foi uma inspiração contínua para artistas contemporâneos, e colaborou com nomes como John Legend e Black Eyed Peas. Seu legado é gigante e, sem dúvida, resistirá ao teste do tempo (obrigado, Pitchfork).
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