A ex-secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde Mayra Pinheiro, conhecida como “capitã cloroquina”, concedeu entrevista exclusiva ao Jornal da Manhã Entrevistas, com a jornalista Patrícia Calderón, na rádio Jovem Pan News Fortaleza 92,9, neste sábado (16).
Atualmente, a médica pediatra, é pré-candidata a Deputada Federal, pelo Partido Liberal. Durante a pandemia, ela defendeu o uso do kit covid e, em entrevista, reforçou o posicionamento sobre o uso de remédios como a ivermectina na prevenção da doença. “O tratamento que nós preconizamos continua sendo usado com sucesso e nós conseguimos provar que drogas reposicionadas, como a ivermectina, hoje tem comprovação científica que reduzem em 98% as mortes e internamentos”, disse Mayra.
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Sobre a quantidade de mortes no país e os casos de contaminações, inclusive no estado do Ceará, Mayra Pinheiro, afirmou que “boa parte das pessoas foram privadas e amedrontadas a não usar esse kit; pelos governadores, pelos prefeitos, pelo secretário de saúde do estado do Ceará que, na época, recolheu todo estoque de hidroxicloroquina das farmácias.” Mayra usou Dr. Cabeto como exemplo e afirmou que o então secretário fez uso da cloroquina, assim como, alguns artistas nacionais. “Artista que foi pra televisão ser contra o kit covid …um que é famoso… Luciano Huck e toda a sua família. A gente conseguiu acesso à prescrição médica dessa gente toda. No entanto, quando eles iam para entrevistas falavam da medicação como se os médicos que as prescrevem fossem assassinos”, disse Mayra.
A médica falou sobre os familiares que tiveram covid e sobre a diferença entre o tratamento precoce da doença, que ela defende, que seria diferente do tratamento profilático. O pai de Mayra, paciente de câncer na próstata e asmático, morreu depois de contrair o vírus e ser internado na UTI. “Ele adoeceu e não falou nada pra mim, teve febre, a garganta doeu , se auto medicou… só no quinto dia da evolução da doença veio falar pra mim que ele tinha febre e estava evoluindo pra insuficiência respiratória.”
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A pré-candidata à Deputada Federal, Mayra Pinheiro, também falou sobre as vacinas, a aplicação da coronavac em crianças menores de cinco anos, além do efeito rebando. “A vacina coronavac pra criança e pra adulto também é a que menos tem efeitos adversos registrados… a gente só pode dizer que o efeito rebanho vaio ter validade quando a gente tiver setenta por cento das pessoas contraindo a doença… e tudo que eu defendi na CPI, eu defendi como médica porque eu que tinha embasamento científico, não pra proteger presidente Bolsonaro”, disse Mayra quando perguntada sobre a responsabilidade do presidente em influenciar pessoas a não tomarem vacina.
A entrevistada caracterizou como “abuso” e “aberração” a exigência do passaporte vacinal. “Pessoas vacinadas transmitem a doença, pessoas vacinadas podem ter a doença e pessoas que tiveram a doença não podem entrar nos lugares mostrando que estão com teste negativo”, finalizou Mayra Pinheiro.
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