Veja o que mudou desde as oitavas de final do Mundial de 2018 :: ogol.com.br

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Argentina e França vão disputar a final da Copa do Mundo do Catar. As duas seleções já se enfrentaram três vezes em Mundiais, com o último confronto sendo a histórica vitória francesa por 4 a 3 na Rússia, em 2018. 

Desde a partida na última Copa, muita coisa mudou. Entre trocas de treinador, quebra de jejum, e consolidação de carreiras, as duas equipes chegam para a disputa dessa final com mudanças significativas.  

Argentina saiu da fila de 28 anos sem títulos

Depois de um desempenho ruim na Copa do Mundo da Rússia, Lionel Scaloni assumiu a Seleção Argentina ainda em 2018, e deu início a um dos melhores ciclos da história recente do futebol argentino. 

O treinador comandou a conquista da Copa América em 2021 no Brasil, vencendo a final contra a Seleção Brasileira por 1 a 0, com um golaço de Angel Di Maria e quebrou um jejum de 28 sem título da Seleção Argentina. Após a conquista, a equipe mostrou constante evolução, teve um grande desempenho nas eliminatórias e chegou a Copa do Catar entre as favoritas ao título. 

Messi trocou o Barcelona pelo PSG

O ano de 2021 foi repleto de emoções para Lionel Messi. O craque comemorou seu primeiro título com a Seleção e, um mês depois, deu fim a uma história de mais de 20 anos e quase 700 gols com o Barcelona, trocando o clube catalão pelo Paris Saint-Germain.

O argentino se juntou a Neymar e Mbappé no clube francês e teve uma primeira temporada conturbada, sendo vaiado pela própria torcida em alguns jogos após outra eliminação inesperada pela Liga dos Campeões. Aos 35 anos, o argentino fez um ótimo início de temporada em Paris e chegou em ótima forma no Mundial. 

Mbappé era a promessa que encantava; Hoje, é um dos melhores do mundo e busca o bi da Copa com 23 anos e status de “bad boy”

Na última Copa, Kylian Mbappé encantou o mundo com seu futebol. Com apenas 19 anos, o atacante francês fez um mundial brilhante, sendo decisivo com gols nos jogos mais importantes, inclusive na final contra a Croácia. 

Quatro anos depois, o jogador se consolidou como um dos melhores do mundo, mas sofreu alguns arranhões em sua imagem. Na última janela de transferências, o ele tinha tudo acertado para jogar no Real Madrid, mas refugou no último instante e permaneceu no PSG, para ser o “dono do clube”. 

Como protagonista, o excelente desempenho se manteve, mas se envolveu em diversas polêmicas com seus companheiros de clube. Fato é, que com ou sem polêmicas, o camisa 10 francês faz outra Copa espetacular e está perto de conquistar mais uma Copa.

França não dominou o ciclo pré-Copa, mas provou o valor da geração mais uma vez na Copa

Após vencer a Copa do Mundo de 2018, esperava-se que a França dominasse as competições europeias de seleções, uma vez que a base do time que venceu o Mundial se manteve, e novos talentos surgiram. 

No entanto, o time foi surpreendido. Eliminação precoce para a Suíça, nas oitavas de final da Eurocopa em 2021, e um desempenho ruim nas Liga das Nações, sem se classificar para as semifinais do torneio. 

Para a Copa do Mundo do Catar, o time contou com as perdas de Kanté, Pogba, Benzema e Lucas Hernandéz, e mesmo assim, chegou a mais uma final. Muito por conta do bom desempenho de jovens talentos, como Tchouaméni, e de velhos conhecidos como Griezmann e Giroud, que sempre correspondem as expectativas pela seleção. 



FONTE: TRIBUNA DE MINAS