De identidade desconhecida, misteriosa Elena Ferrante estreia na Netflix

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A renomada escritora italiana Elena Ferrante estreia como roteirista na Netflix nesta semana. O livro “A Vida Mentirosa dos Adultos” foi adaptado para uma minissérie de seis episódios, e a autora trabalhou na sala de roteiro, ao lado de Laura Paolucci, Francesco Piccolo e Edoardo De Angelis.

De identidade desconhecida, misteriosa Elena Ferrante estreia na Netflix
As atrizes Valeria Golino e Giordana Marengo em “A Vida Mentirosa dos Adultos” (Foto: Netflix / Eduardo Castaldo)

Elena Ferrante é autora de vários livros bem sucedidos, como a “Tetralogia Napolitana”, “A Filha Perdida” e “Um Amor Incômodo”. O nome, na verdade, é um pseudônimo. A identidade verdadeira da escritora é um mistério há anos. Ela nunca aparece em público e todas as – poucas – entrevistas são feitas por escrito.

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“A Vida Mentirosa dos Adultos” é o segundo livro dela a virar série no streaming. O primeiro foi “A Amiga Genial”, primeiro romance da “Tetralogia Napolitana”. O livro deu origem a uma série com quatro temporadas na HBO, e Elena também foi uma das roteiristas.

“A Vida Mentirosa dos Adultos”

A nova série, na Netflix, apresenta ao mundo a novata Giordana Marengo, atriz escolhida para interpretar a protagonista Giovanna. Na história, a personagem, passando da infância para a adolescência, tem que lidar com as descobertas perturbadoras a respeito da vida adulta. Confira o trailer:

A atriz Valeria Golino (de “The Morning Show”) também faz parte do elenco. Ela interpreta a tia Vittoria, personagem importante na história.

Quem é Elena Ferrante?

O motivo de Elena Ferrante não revelar sua identidade é para manter sua privacidade, ela diz. Mas existem várias teorias sobre o nome por trás do pseudônimo. O New York Times publicou uma reportagem sobre ela em 2016, afirmando que a tradutora sexagenária Anita Raja era Elena Ferrante. Ela negou, mas a história circula desde então.

Na época, o editor da autora, Sandro Ferri, se disse chocado com a tentativa de desmascarar Ferrante. “Nós achamos que esse tipo de jornalismo é repugnante. Fuçar na carteira de um escritor que decidiu não ser público”, declarou.



FONTE: PORTAL POP LINE