Por R$ 15 mil: Thaila Ayala coloca vestido de casamento à venda | Famosos

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Thaila Ayala
Thaila Ayala desapegou de vestido usado em casamento com Paulinho Vilhena – Foto: Reprodução

Thaila Ayala está se desapegando de seu vestido de noiva, que usou em seu casamento com Paulinho Vilhena, em 2011. Segundo noticiou a VOGUE, a atriz colocou a peça do estilista Samuel Cirnasnsk à venda. O modelo único está disponível pelo valor de R$ 15 mil.

O vestido pode ser encontrado no e-commerce de revenda de peças de luxo de Fiorella Mattheis, Gringa. É a primeira vez que a plataforma de grife disponibiliza uma peça de noiva. Fluído, ele possui um decote profundo nas costas, além de um recorte coração no busto. Fundadora do e-commerce, Fiorella contou que a oportunidade é para quem sonha em se casar com um modelo especial, usado pela artista, estimulando o “movimento de desapego” de vestido de noivas.

Desapegar, além de ser uma fonte de renda extra, é uma chance de renovar e limpar a energia de itens que não cabem mais na sua vida. Já estamos vendo uma mudança de mentalidade nos hábitos de consumo, a vontade de comprar consciente tem sido mais frequente. Vender suas peças significa manter itens de luxo que estavam parados no armário em circulação. Estendendo o tempo de vida dessas peças e contribuindo para uma economia sustentável“, explicou a artista.

Além de se desapegar do vestido de noiva, Thaila Ayala anunciou recentemente, que colocou mais de 400 roupas e acessórios em um bazar virtual, mas os valores de alguns itens chamaram atenção do público. Os preços variam entre R$ 20 e R$ 1,8 mil. Nas redes sociais, a atriz, que está grávida pela segunda vez, explicou que o dinheiro será revertido para causas que apoia.

No vídeo em que fala sobre os desapegos, Ayala disse: “[O lucro] vai ser revertido para causas que eu apoio“. A artista colocou um pingente com água dentro, feito pelo projeto Drops of Amazon, à venda, que custa R$ 1,8 mil. O projeto é voltado para a construção de sistemas de distribuição de água potável para as comunidades ribeirinhas na Amazônia.



FONTE: R7