“Petrobras era o único player do mercado e vai continuar dominante, mas veremos cada vez mais campos entrando em operação com outros players que não seja ela”, afirmou. “Mas o investimento em transporte não faz sentido porque vai criar uma jabuticaba.”
Labanca explica que a Lei do Gás, de 2021, determina que empresas que comercializam gás ou exploram e produzem não podem fazer também o transporte. Além disso, o executivo ressalta que a Petrobras tem um acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para vender a participação na TBG, o que, na opinião dele, deve ser cumprido.
“Hoje, cerca de 70% da produção de gás é da Petrobras. Ela tinha 100% da comercialização antes e isso vem caindo. A tendência é que não pare”, disse. “A questão da TBG é fundamental. É um desinvestimento necessário, não faz sentido a Petrobras manter participação. Acho ruim para a sinalização do mercado.”







