O principal problema institucional brasileiro pode ser definido hoje, sinteticamente, pela palavra fragmentação, e sua solução passa pela ideia de coordenação. O sistema político tornou-se muito mais fragmentado do que já era e a capacidade de o presidente eleito governar depende muito mais de acordos e divisão de poder do que previa o presidencialismo de coalizão derivado da Constituição de 1988. Não obstante, é possível encontrar caminhos integradores entre os atores no curto prazo, embora seja muito difícil voltar, pelo menos no curto prazo, ao modelo que vigorou nas presidências anteriores de FHC e Lula. Entre o mundo ideal e as críticas à situação vigente, talvez haja um meio termo mais efetivo e menos romântico.







