Os fluxos positivos para o mercado de dívida de países emergentes também impulsionarão as bolsas de valores, com mais otimismo em relação aos retornos, de acordo com a Global X Management.
“Os mercados de dívida certamente saem na frente dos mercados de renda variável”, e o movimento também deve apoiar o câmbio dos países, disse Malcom Dorson, chefe de estratégia para mercados emergentes da gestora, em entrevista à Bloomberg TV. Isto deverá fazer com que os investidores internacionais nos EUA e na Europa fiquem mais otimistas também com as ações, acrescentou.
As emissões externas de mercados emergentes atingiram US$ 20 bilhões na semana encerrada em 6 de novembro, o maior volume semanal desde fevereiro, diante de sinais de que os juros nos EUA podem ter finalmente atingido o pico.
Na segunda-feira (13), o Brasil aproveitou a onda para emitir US$ 2 bilhões em títulos sustentáveis a uma taxa de 6,5%. O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ressaltou que o spread pago foi típico de país com grau de investimento.
Para Dorson, a Índia é a melhor oportunidade estrutural dentro dos mercados emergentes, se não do mundo, já que a economia do país é impulsionada por uma população grande, uma força de trabalho qualificada e um governo que sinalizou políticas favoráveis ao mercado, disse ele.
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