Segundo o jornal “The Guardian”, pelo menos 11 pessoas morreram após aviões israelenses bombardearem a cidade, onde mais da metade da população de Gaza está abrigada. Tanques de guerra também atacaram algumas áreas no leste de Rafah, aumentando o medo dos moradores de um ataque terrestre.
A ONU alertou para uma catástrofe humanitária caso Israel siga adiante com as ofensivas em uma das últimas regiões restantes da Faixa de Gaza. Com as fronteiras fechadas, Rafah é um dos únicos locais de refúgio para milhares de palestinos, que agora devem optar por aguardar os ataques ou se deslocar para as áreas de combate no norte.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, disse ontem que o avanço dos ataques na fronteira com o Egito “aumentaria o que já é um pesadelo humanitário com consequências regionais incalculáveis”.
A intensificação dos ataques acontece em meio a discussões diplomáticas para por fim à guerra. Netanyahu negou uma proposta do Hamas que envolvia a libertação de reféns, alegando que os termos era “ilusórios”, e prometeu continuar lutando até alcançar o seu objetivo final.
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