– Eu até concordaria consigo se nós olhássemos aos últimos 15 minutos do jogo, onde eu já disse que o jogo se tornou perigoso, mas até lá, na primeira parte, onde é que nós fomos algum contra-ataque? Nós fomos uma equipa extremamente equilibrada. Ah, peço desculpa, mas isso não foi contra-ataque. Isso até foi até uma imagem que eu usei aos jogadores, no intervalo, que foi um tiro de meta longo, onde nós perdemos três duelos sucessivos e eles mandam um chutão para a frente para o Breno, e a bola entra no Kaiser. Isso não foi contra-ataque. Na segunda parte, sim, porque já fomos menos rigorosos, porque a partir do momento em que nós já estamos mais desgastados temos mais expectativa de cometer mais erros. Aí sim eu concordo contigo, o adversário carregou-nos porque tem mais profundidade. Perante isso nós conseguimos controlar tudo. Aliás, o jogo que tornou-se perigoso começou a ataque e contra-ataque que não é o jogo que eu mais admiro e que mais gosto. Eu gosto de levar sempre o jogo para uma estabilidade maior e ela foi enquanto nós fomos fisicamente saudáveis, a partir desse momento concordo consigo que permitimos algumas situações, uma delas o Carlos acaba por fazer uma grande defesa, mas eu acho que do grosso modo eu acho que a equipa foi uma equipa sempre muito muito equilibrada, é evidente o que nós queremos é que ela seja mais, durante mais tempo mas isso é preciso que nós tivéssemos de jogar semana a semana. No contexto brasileiro é muito difícil. Mas acho que a equipe durante 70 minutos foi uma equipe saudável, uma equipe organizada, rigorosa e muito equilibrada.







