Existe muita pouca visibilidade sobre o que será da Síria com o fim do governo de Bashar al-Assad, em um momento em que não está claro qual das várias facções que existem no país será capaz de formar e manter um governo e as potências regionais e globais também não devem interferir em favor de nenhuma delas. A avaliação é do professor do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de São Paulo (IRI-USP), Kai Enno Lehmann.







