O processo federal contra Diddy está em andamento nos Estados Unidos e a advogada do magnata, Teny Geragos, sabe que muitos detalhes da vida dele virão à tona. Ela pediu que o júri se concentre nas acusações de tráfico sexual, e não julgue o rapper e produtor por suas preferências sexuais.

(Foto: Instagram/@diddy)
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“Vocês ouviram coisas que jamais deveriam ser ditas em um tribunal federal”, Teny falou, sobre os relatos explícitos das supostas orgias organizadas pelo cliente, as chamadas “freak offs”. “Vocês não estão aqui para julgá-lo por suas preferências sexuais”, sublinhou.
Uma das acusações envolve a ex-namorada Cassie. Ela teria sido obrigada a fazer sexo com garotos de programa durante essas “freak offs”. A defesa de Diddy, por sua vez, afirma que todas as atividades sexuais nas festinhas eram consensuais. Teny Geragos, no entanto, admite que o casal tinha um histórico de violência doméstica, mas ressalta que não é isso que está sob julgamento.
Diddy está preso desde o ano passado aguardando julgamento. Ele enfrenta cinco acusações graves: duas por tráfico sexual, duas por transportar pessoas para prostituição, e uma por conspiração para extorsão. Ele se declara inocente em todas elas.

(Foto: @rapworld.bsky.social)
Diddy quer US$ 100 milhões de indenização por documentário contra ele
Diddy está processando a NBCUniversal e a Peacock. O motivo é a estreia do recente documentário “Diddy: The Making of a Bad Boy”, disponível no serviço de streaming norte-americano. O magnata pede uma indenização de US$ 100 milhões.
A ação judicial foi protocolada na Corte de Nova York em dezembro. No processo, a advogada de Diddy, Erica Wolff, afirma que o documentário apresenta “inúmeras declarações falsas e difamatórias”. Segundo ela, a premissa do documentário é que Diddy cometeu crimes hediondos, como estupro de menores de idade, tráfico sexual de menores e até assassinato em série. Nada disso foi provado ainda.







