Cardi B conquistou uma vantagem no processo de uma suposta agressão física contra uma segurança, registrado em Los Angeles em 2020. Na tarde de ontem (30), o juiz responsável pelo caso tomou decisões importantes a favor da rapper, que deve testemunhar no julgamento que começa em 11 de agosto. Entenda!
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Foto: Instagram/@iamcardib
Em 2018, Cardi B supostamente agrediu fisicamente a segurança de um centro médico de Beverly Hills, Emani Ellis. Segundo ela, Ellis tentou filmá-la sem sua autorização enquanto ela estava grávida, antes de revelar ao público que esperava seu primeiro filho com Offset. Cardi ainda confirma que foi a segurança quem iniciou o confronto.
Uma ação contra a voz de “Outside” foi movida no início de 2020, onde Ellis alegou que Cardi a agrediu fisicamente em 24 de fevereiro de 2018, no consultório onde ela trabalhava. No processo, ela também afirma que a cantora a golpeou “violentamente” na cabeça, no rosto e no corpo, cuspiu nela, proferiu insultos racistas e, posteriormente, o ato causou sua demissão.
O julgamento deste caso está agendado para começar no dia 11 de agosto em Alhambra, na Califórnia, mas ontem, após uma longa audiência, o juiz do Condado de Los Angeles acatou alguns pedidos da rapper, que devem lhe garantir uma certa vantagem dentro do processo.
Foto: Instagram/@iamcardib
De acordo com a Rolling Stone, a pedido de Cardi B, o julgamento será dividido em duas fases e as finanças da artista só serão mencionadas caso ela seja considerada culpada na primeira etapa. O juiz ainda concordou em bloquear quaisquer menções a “atos passados” ao longo do julgamento, que deve durar duas semanas.
Ainda segundo a Rolling Stone, Cardi B teria argumentado nos autos que menções a “supostas altercações anteriores com terceiros, boletins de ocorrência, obscenidades, episódios relacionados a drogas, associação com gangues, danças exóticas e cobertura da mídia” seria “altamente prejudicial” e serviria para desviar o foco dos fatos do caso em questão.
Advogado de Ellis contesta a decisão
O advogado da segurança Emani Ellis, Ron Rosen Janfaza, questionou a decisão do juiz e disse que isso o impediria de perguntar a rapper, mesmo que vagamente, sobre outros casos de agressão do passado. O juiz confirmou que perguntas desse tipo estão proibidas, a não ser que a própria Cardi B fale do assunto em seu depoimento.
O juiz Ian C. Fusselman também afirmou que atos anteriores “não têm valor probatório aparente” e que fazer referências aos mesmos “seria indevidamente prejudicial, confundiria o júri e resultaria em desperdício de tempo”.
Um dos advogados do time de Cardi B, Peter Anderson, confirmou que a defesa pretende convocar uma funcionária do prédio como testemunha ocular. Segundo ele, essa mulher teria visto Ellis agredindo a artista.







